Vale do Taquari | Funcionários dos Correios encerram greve no Estado
13/03/2018

Paralisação nacional não tem participação de agências da região

 

 

                     Em assembleia na tarde de ontem, os funcionários dos Correios gaúchos optaram por voltar ao trabalho e concluir a greve da categoria, iniciada na noite de domingo. De acordo com Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do Estado (Sintect-RS), dos 7.207 profissionais do Rio Grande do Sul, 6.542 descartaram cruzar os braços. Pararam cerca de 70% entre os carteiros e 30% entre os atendentes. O movimento não contou com adesão no Vale do Taquari, segundo o diretor da subsede de Santa Cruz do Sul, Aristóteles Paes de Azevedo Neto, que compreende a região.

             Servidores como o carteiro Diego Rafael Schlabitz trabalharam normalmente. "Nas últimas vezes, conseguimos manter os acordos, mas, de qualquer forma, a empresa muda as cláusulas. Aqui em Lajeado tem vários colegas que tiveram mais dias descontados do que realmente fizeram de greve e ainda não receberam os atrasados. Estão todos saturados de colocar ?a cara a tapa?, onde apenas os carteiros param e não contam com nenhum tipo de suporte da população", afirma o funcionário.

             Schlabitz acrescenta que a categoria está tentando mudar a situação de atraso nas entregas, sem apoio. "Estamos trabalhando direto - de segunda a sábado e em alguns domingos - para tentar amenizar o quadro, o que não adianta muito, pois falta pessoal. E os poucos carteiros que tem ainda são emprestados a outras unidades ou desviados da função, pois falta gente em todos os setores." A defasagem no quadro gaúcho é de cerca de 1,3 mil profissionais.

O motivo: o plano de saúde

             A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) deflagrou a greve nacional no domingo, por tempo indeterminado, com adesão em 22 Estados e Distrito Federal. A decisão saiu em assembleias realizadas entre os últimos dias 1º e 5. Em nota, a Fentect informa que o principal motivo é a alteração no plano de saúde da categoria. "Os trabalhadores são contra as mudanças que preveem o pagamento das mensalidades pelos funcionários e a retirada de dependentes dos contratos. Além disso, o benefício poderá ser reajustado conforme a idade, chegando a valores acima de R$ 900." Atualmente, eles pagam somente um percentual por faixa de salário, que vai de 5% a 15%, por procedimento. De acordo com o sindicato, a gratuidade está prevista no acordo coletivo vigente até 31 de julho deste ano.

              A empresa se manifestou por nota. Reconhece que a greve é um direito do trabalhador, mas afirma que, neste momento, agrava sua situação. Salienta que já não consegue sustentar as condições do plano, concedidas no auge do monopólio, quando os Correios tinham capacidade financeira para arcar com esses custos. A questão, discutida com representantes dos funcionários, vai ser julgada pelo Tribunal Superior do Trabalho.

 

 

Fonte: O Informativo do Vale.

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