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Ações ocorrem em parceria com a Secretaria Municipal de Educação
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<p>A Brigada Militar iniciou nesta sexta-feira (20) as ações da Operação Volta às Aulas em Teutônia, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. A iniciativa marca o início do ano letivo e tem como foco o reforço da segurança nas imediações das instituições de ensino do município.</p>
<p>Embora a operação tenha início neste período de retomada das aulas, as atividades não se restringem apenas aos primeiros dias. O trabalho se estende ao longo de todo o ano, com ações permanentes de policiamento preventivo no ambiente escolar.</p>
<p>Rondas reforçam presença policial nas proximidades das escolas</p>
<p>Durante a operação, a Brigada Militar intensifica o policiamento ostensivo por meio de rondas e patrulhamento nas proximidades das escolas, especialmente nos horários de maior movimentação. A presença das guarnições tem como objetivo ampliar a sensação de segurança para estudantes, professores, profissionais da educação e famílias.</p>
<p>A ação possui caráter preventivo e não se configura como abordagem ou visita específica, mas sim como uma estratégia de reforço na vigilância e na proteção da comunidade escolar.</p>
<p>Segurança e prevenção são prioridades</p>
<p>Além do policiamento, a operação também contribui para a organização do fluxo de trânsito e a prevenção de situações de risco. A atuação busca garantir um ambiente mais seguro e tranquilo durante o período letivo.</p>
<p>Trabalho integrado fortalece comunidade escolar</p>
<p>A parceria com a Secretaria Municipal de Educação permite alinhar as ações de segurança às necessidades das escolas, reforçando o compromisso das instituições com o bem-estar da comunidade.</p>
<p>A Brigada Militar destaca que a segurança no ambiente escolar é uma responsabilidade compartilhada, sendo fundamental a colaboração entre poder público, escolas e sociedade.</p>
<p>Texto Prefeitura de Teutônia </p>
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Cem armadilhas foram distribuídas proporcionalmente em diferentes pontos do município
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<p>A Administração Municipal, por meio da Vigilância Ambiental em Saúde de Teutônia, realizou nesta sexta-feira, dia 20, a instalação das ovitrampas referentes ao monitoramento mensal do mosquito da dengue. Ao todo, 100 armadilhas foram distribuídas de forma proporcional em diferentes regiões da cidade.</p>
<p>A ação faz parte de uma estratégia contínua adotada pelo município. O monitoramento ocorre mensalmente e permite acompanhar a presença e a densidade do mosquito transmissor da dengue, subsidiando as medidas de prevenção e controle.</p>
<p>Armadilhas funcionam como chamariz para a fêmea do mosquito</p>
<p>As ovitrampas atuam como um chamariz, atraindo a fêmea do mosquito, que deposita seus ovos no interior do dispositivo. A partir da coleta e análise desse material, as equipes técnicas conseguem identificar áreas com maior incidência do vetor e avaliar o nível de infestação no município.</p>
<p>Avaliação ocorre na próxima semana</p>
<p>As armadilhas permanecem instaladas por sete dias. Após esse período, elas são recolhidas para avaliação técnica, procedimento que integra o cronograma mensal de monitoramento. A próxima análise está prevista para a próxima semana.</p>
<p>Período exige atenção redobrada</p>
<p>O trabalho de monitoramento ganha ainda mais relevância neste período do ano. Março é historicamente reconhecido como um dos meses de maior incidência de casos de dengue, o que reforça a necessidade de cuidados preventivos. Atualmente, o município já registra um caso confirmado da doença.</p>
<p>Vigilância Ambiental em Saúde reforça orientações à comunidade</p>
<p>A Vigilância Ambiental em Saúde destaca que a prevenção é a principal ferramenta no combate à dengue. A orientação é para que a população elimine qualquer possibilidade de água parada, mantendo pátios e terrenos limpos e realizando o descarte adequado de resíduos.</p>
<p>Materiais como saquinhos plásticos, copos descartáveis, latas, garrafas e outros recipientes deixados em áreas externas podem acumular água e se tornar criadouros do mosquito. O cuidado com o lixo, especialmente o descarte irregular, é um dos pontos de maior atenção.</p>
<p>Vacina está disponível para crianças e adolescentes</p>
<p>Além das ações de monitoramento e controle, o município disponibiliza a vacina contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A Vigilância Epidemiológica orienta que as famílias procurem as unidades de saúde para garantir a imunização do público-alvo.</p>
<p>Combate à dengue é um esforço coletivo</p>
<p>Embora o município mantenha ações permanentes, incluindo aplicação de produtos e monitoramento técnico, a colaboração da comunidade é essencial. Pequenas atitudes diárias fazem diferença significativa na redução dos focos do mosquito e na prevenção de novos casos.</p>
<p>Texto Prefeitura de Teutônia </p>
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Encontro ocorreu na tarde desta quinta-feira, dia 19 de fevereiro
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<p>Na tarde desta quinta-feira, dia 19, o prefeito de Westfália, César Juliano Bloemker, acompanhado da vice-prefeita Simone Aline Tischer Landmeier, esteve reunido com secretários municipais e equipes de trabalho no Gabinete do Executivo.</p>
<p>O encontro teve como pauta a análise de indicadores administrativos, alinhamentos internos, além do acompanhamento do andamento de obras e de projetos em execução e previstos para os próximos meses.</p>
<p>Durante a reunião, o prefeito destacou a importância da atuação conjunta das secretarias. “O trabalho em equipe é fundamental, com equilíbrio, transparência e responsabilidade. Precisamos seguir entregando um trabalho de qualidade à nossa comunidade”, afirmou.</p>
<p>Bloemker também elogiou a dedicação das equipes e o comprometimento dos servidores públicos em todas as secretarias municipais, ressaltando que o foco deve permanecer na eficiência da gestão e na responsabilidade com os recursos públicos.</p>
<p>A vice-prefeita Simone Aline Tischer Landmeier reforçou a necessidade de atenção permanente aos detalhes na rotina administrativa. Segundo ela, a organização e o cuidado com os processos diários são determinantes para a boa condução da gestão pública. Outro ponto abordado foi a mobilização das equipes e das comissões de trabalho envolvidas na organização da “Westfália em Festa – 30 anos”, que ocorre de 19 a 22 de março. O Executivo salientou a importância do engajamento coletivo para o sucesso do evento, que integra a programação comemorativa do município.</p>
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<p>Autoria do Texto: Leandro Augusto Hamester</p>
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Pesquisa acadêmica analisa os desastres hidrológicos de 2023 e 2024 no Estado, aponta déficits estruturais na gestão das águas e defende mudanças urgentes
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<p><em>para enfrentar a insegurança hídrica em um cenário de intensificação das mudanças climáticas.</em></p>
<p>As grandes inundações que atingiram o Rio Grande do Sul entre junho de 2023 e junho de 2024, com destaque para a enchente histórica de abril e maio de 2024, não podem ser compreendidas apenas como eventos naturais extremos. Essa é uma das principais conclusões do artigo científico “<a href="https://periodicos.feevale.br/seer/index.php/revistapraksis/article/view/4243">As lições das águas: desastres hidrológicos no Rio Grande do Sul (RS/Brasil) no contexto da inundação de maio de 2024</a>”, publicado na Revista Prâksis. O estudo sustenta que os impactos devastadores das cheias revelam fragilidades sistêmicas na governança dos recursos hídricos no Estado, ampliando um quadro já persistente de insegurança hídrica.</p>
<p>O trabalho foi desenvolvido na área das ciências humanas e sociais aplicadas, no entrecruzamento com as ciências ambientais, com foco em governança ambiental e gestão de recursos hídricos. O autor principal é Julio Cesar Dorneles da Silva, doutor em Ciências – Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade do Vale do Taquari (Univates) e analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental do Estado do Rio Grande do Sul. O artigo conta ainda com a coautoria de Luis Fernando da Silva Laroque, doutor em História e professor da Univates. <br /> <br /> O propósito desta investigação é analisar os desastres hidrológicos recentes à luz dos princípios da Governança Integrada de Bacias Hidrográficas (GIBH) e identificar que lições esses eventos extremos oferecem para o aprimoramento da gestão das águas no território gaúcho. A pergunta que orienta o trabalho é a seguinte: por que um Estado com um arcabouço legal relativamente avançado em gestão hídrica mostrou-se tão vulnerável diante das chuvas extremas?</p>
<p>O contexto analisado é marcado por uma sucessão de eventos climáticos intensos. Chuvas acima da média já vinham sendo registradas no segundo semestre de 2023, com enchentes em diferentes bacias hidrográficas do Estado. Esses episódios funcionaram, segundo o artigo, como alertas prévios da tragédia maior que se materializou entre o final de abril e o início de maio de 2024, quando volumes extremos de precipitação provocaram a maior inundação já registrada no Rio Grande do Sul. Rios transbordaram, sistemas de contenção falharam, áreas urbanas densamente povoadas foram alagadas e milhares de pessoas tiveram suas rotinas, casas e meios de subsistência profundamente afetados.</p>
<p>A pesquisa sustenta que esses desastres são de natureza socionatural. Ou seja, embora tenham como gatilho fenômenos meteorológicos extremos, seus impactos são amplificados por decisões humanas, escolhas institucionais e fragilidades de gestão acumuladas ao longo do tempo. “A insegurança hídrica pode ser resultado não somente de fenômenos climáticos extremos, como secas e enchentes, mas também pode ser estabelecida ou ampliada por fragilidades de gestão e por uma governança inadequada”, registra o artigo, ao discutir o conceito adotado ao longo da investigação.<br /> <br /> <strong>A metodologia</strong></p>
<p>Do ponto de vista metodológico, o estudo se caracteriza como uma pesquisa qualitativa, de natureza aplicada e com objetivo exploratório. A intenção foi produzir conhecimento capaz de contribuir para o aperfeiçoamento do sistema de governança da água no Rio Grande do Sul. Para isso, os autores recorreram a diferentes procedimentos de coleta e análise de dados, combinando observação direta e participante, análise documental e revisão bibliográfica.</p>
<p>A observação de campo teve papel importante, especialmente durante e após a inundação de abril e maio de 2024. Os autores relatam, por exemplo, medições visuais e registros fotográficos realizados em áreas urbanas severamente atingidas, como o centro e a zona norte de São Leopoldo, onde marcas de inundação ultrapassaram 1,5 metro em edificações. Esses dados empíricos foram confrontados com informações históricas, registros meteorológicos e documentos institucionais.</p>
<p>Além disso, a pesquisa analisou bases de dados e documentos produzidos por instituições de pesquisa e órgãos ligados à gestão hídrica, como universidades gaúchas, o Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS, comitês de bacias hidrográficas, a Agência Nacional de Águas, órgãos ambientais estaduais e consórcios intermunicipais de saneamento. Essa triangulação permitiu aos autores avaliar não apenas os efeitos físicos das enchentes, mas também o desempenho institucional do sistema de gestão de recursos hídricos diante da crise.<br /> <br /> <strong>A governança hídrica e os resultados do estudo </strong></p>
<p>Um dos conceitos-chave mobilizados ao longo do artigo é o de segurança hídrica, entendido de forma ampla, conforme relatórios do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Nessa perspectiva, segurança hídrica envolve a capacidade da população de ter acesso sustentável à água, a garantia de disponibilidade para atividades econômicas, a existência de saneamento básico, a proteção contra doenças e desastres relacionados à água e a preservação dos ecossistemas. A pesquisa argumenta que o Rio Grande do Sul apresenta déficits em várias dessas dimensões, especialmente quando submetido a eventos climáticos extremos.</p>
<p>Os resultados do estudo apontam de maneira consistente para a existência de um déficit de governança dos recursos hídricos no Estado. Embora o Sistema Integrado de Gestão de Recursos Hídricos (SIGRH) esteja previsto na legislação federal, estadual e municipal, sua implementação efetiva permanece incompleta. Segundo o artigo, a gestão integrada das águas no RS tem sido mais “da ordem formal, da letra da lei, do que algo do próprio funcionamento do sistema”.</p>
<p>Essa fragilidade se expressa, por exemplo, no papel limitado desempenhado pelos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs). Criados para funcionar como espaços participativos e descentralizados de governança, os comitês deveriam atuar como verdadeiros “parlamentos das águas”, integrando usuários, poder público e sociedade civil. No entanto, o estudo registra que muitos CBHs enfrentam falta de recursos, desmobilização institucional e baixa articulação com decisões estratégicas tomadas em níveis mais elevados de governo.</p>
<p>O artigo incorpora falas de representantes de comitês de bacias que expressam frustração com a pouca interface entre as ações emergenciais do poder público e as instâncias de governança já existentes. Há o reconhecimento de que problemas globais, como as mudanças climáticas, extrapolam a escala das bacias hidrográficas, mas também a defesa de que medidas locais — como restauração de matas ciliares, proteção de nascentes e planejamento do uso do solo — são fundamentais para reduzir riscos e aumentar a resiliência dos territórios.</p>
<p>Outro achado relevante da pesquisa diz respeito aos sistemas de proteção contra enchentes. No evento de abril e maio de 2024, as fragilidades de governança se somaram a problemas de projeto, operação e manutenção dessas estruturas. Diques, casas de bombas e sistemas de contenção mostraram-se insuficientes para lidar com a magnitude das cheias, inclusive em áreas que, por décadas, estiveram relativamente protegidas. O impacto observado no centro de São Leopoldo é citado como evidência concreta de que o sistema existente não foi capaz de cumprir sua função.</p>
<p>Embora reconheça a importância das ações emergenciais e dos programas de reconstrução lançados pelos governos federal e estadual após a tragédia, o artigo faz uma crítica clara ao foco predominante na reconstrução de infraestruturas, em detrimento de uma abordagem mais estratégica e preventiva. Para os autores, a repetição de desastres evidencia que não se trata apenas de reconstruir o que foi danificado, mas de repensar modelo de gestão das águas e a relação da sociedade com os ecossistemas.</p>
<p>À luz da Governança Integrada de Bacias Hidrográficas, o estudo defende a necessidade de uma mudança de mentalidade. Isso implica reconhecer o ambiente de riscos ampliados pelas mudanças climáticas, adotar uma perspectiva sistêmica e interdisciplinar e promover maior articulação entre municípios, Estado e União. A governança da água, argumentam os autores, precisa ser colocada no centro das estratégias de adaptação e resiliência climática.</p>
<p>Nas considerações finais, o artigo enfatiza que os desastres hidrológicos recentes devem ser encarados como um aprendizado coletivo. “Aprender com a natureza” é uma expressão utilizada para indicar que os eventos extremos expuseram limites de um modelo de gestão que resiste, há décadas, a implementar plenamente os instrumentos previstos em lei. A pesquisa sustenta que esses instrumentos são adequados e já demonstraram eficácia em outros Estados brasileiros, mas permanecem apenas parcialmente implantados no Rio Grande do Sul.</p>
<p>O estudo também aponta a carência de apoio político e financeiro para investimentos em regeneração de ecossistemas e fortalecimento institucional como um fator que perpetua a vulnerabilidade hídrica. Sem integração entre áreas da governança estadual e sem comunicação eficaz entre instâncias técnicas e decisórias, o enfrentamento de eventos climáticos extremos tende a continuar reativo e insuficiente.</p>
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<p>Texto: Redação Univates </p>
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Presente em todos os estados, instituição financeira cooperativa dobrou sua base de associados nos últimos cinco anos
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<p><span>O Sicredi atingiu o marco de 10 milhões de associados, reforçando sua posição como uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Nos últimos cinco anos, a base mais do que dobrou, passando de 5 milhões de pessoas em 2021 para o patamar atual, evidenciando a força e a atratividade do modelo cooperativo no Brasil. Somente nos últimos 12 meses, o aumento foi de 13% no número de associados.</span></p>
<p><span>Esse avanço é sustentado por uma base diversa, que reflete a pluralidade de públicos atendidos e a ampla capilaridade do cooperativismo. Do total de associados, 75% são pessoas físicas. As pessoas jurídicas representam 16%, com destaque para micro, pequenas e médias empresas, segmento no qual o Sicredi já atende 27% das pequenas empresas brasileiras, somando aproximadamente 400 mil CNPJs. Já o segmento Agro, com 9% da base, reforça a histórica atuação da instituição junto ao agronegócio e às economias locais.</span></p>
<p><span>“Alcançar a marca de 10 milhões de associados é um momento histórico e motivo de muito orgulho para as 100 cooperativas que integram o nosso Sistema. Esse resultado reflete a confiança das pessoas no nosso modelo, que une crescimento sustentável, relacionamento próximo e impacto positivo nas comunidades”, salienta Fernando Dall’Agnese, presidente do Conselho de Administração da SicrediPar.</span></p>
<p><strong><span>Expansão e impacto positivo</span></strong></p>
<p><span>Para acompanhar esse avanço e manter a proximidade com seus associados, o Sicredi conta atualmente com mais de 3 mil pontos de atendimento distribuídos em 2,2 mil municípios, garantindo presença em todo o território nacional. Somente no último ano, foram inauguradas mais de 190 agências, e a projeção é encerrar 2026 com cerca de 200 novos espaços, mantendo o ritmo acelerado de expansão da rede física.</span></p>
<p><span>Essa ampliação reforça o compromisso da instituição financeira cooperativa em gerar valor para quem faz parte do cooperativismo. Na edição mais recente do Benefício Econômico do Sicredi (BES), indicador calculado com base na metodologia do Banco Central, foram registrados R$ 25,5 bilhões em benefícios econômicos gerados aos associados em 2024. O dado, referente à última medição anual disponível, representa uma economia de R$ 2.931,17 por associado.</span></p>
<p><span>Com o crescimento consistente, o modelo cooperativo também se traduz em impacto positivo nos locais onde está presente. Ao se tornarem associadas, as pessoas contribuem para o desenvolvimento de suas regiões, já que parte dos recursos retorna às comunidades por meio de programas e projetos sociais, iniciativas de educação financeira, apoio ao empreendedorismo e investimentos em desenvolvimento local.</span></p>
<p><span>Simone Rockenbach Comunicação Empresarial </span></p>
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Levantamento do CIEE-RS traz as tendências da juventude para o trabalho em 2026
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<p>Nas redes sociais, o emprego com carteira assinada virou alvo de memes e ganhou uma conotação negativa nos últimos anos. Mas para mais da metade dos jovens gaúchos em busca da primeira oportunidade de trabalho, o desejo é de que sua primeira vaga seja via CLT. Esse é um dos resultados de levantamento feito pelo CIEE-RS, que analisa as tendências da juventude para o mercado em 2026.</p>
<p>A Pesquisa de Tendências: Mercado de Trabalho ouviu, de forma online, 558 pessoas de todo o Rio Grande do Sul, entre estagiários, aprendizes, jovens em busca da primeira oportunidade de trabalho e representantes de empresas. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 4%.</p>
<p>Entre os jovens que procuram uma chance no mercado (27% dos entrevistados), 51,8% esperam ter carteira assinada, dentro do regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), apontando segurança, estabilidade e reconhecimento como fatores que influenciam nessa decisão. Para os estagiários e aprendizes, 38% têm a expectativa de serem efetivados, listando clareza de trajetória e possibilidade de desenvolvimento contínuo como perspectivas de valor.</p>
<p>Para o CEO do CIEE-RS, Lucas Baldisserotto, mesmo em um cenário de flexibilização das relações de trabalho, o vínculo formal segue sendo percebido como um fator relevante no início da vida profissional. “A carteira assinada ainda simboliza segurança, reconhecimento e possibilidade de planejamento para muitos jovens que estão dando os primeiros passos no mercado de trabalho. No CIEE-RS, o Programa de Aprendizagem oferece essa porta de entrada por meio da CLT desde o início da trajetória profissional”, destaca.</p>
<p><strong>Visão dos modelos de trabalho</strong></p>
<p>Em um momento no qual empresas começam a rever estratégias sobre o trabalho remoto, a maioria dos jovens (51,3%) acredita que em 2026 o modelo presencial será o mais adotado. Os modelos flexível (22,08%) e híbrido (19,39%) somam mais de 41% das respostas, enquanto apenas 7,2% veem o home office como predominante neste ano.</p>
<p>Já a preferência pelo formato de trabalho varia de acordo com o momento da carreira: o presencial é predominante entre jovens de 16 a 24 anos, estagiários e aprendizes, enquanto modelos flexíveis e híbridos crescem conforme a trajetória profissional.</p>
<p>Segundo Lucas Baldisserotto, esse comportamento reforça a importância dos ambientes presenciais no início da carreira. “A convivência, o aprendizado prático e a troca cotidiana seguem sendo elementos centrais para a formação profissional. Com o avanço da trajetória, a flexibilidade passa a ser percebida como uma conquista associada à maturidade e ao vínculo estabelecido com a organização”, avalia.</p>
<p>Nesse contexto, os resultados da pesquisa indicam um desalinhamento entre parte do discurso sobre o futuro do trabalho e as expectativas reais da juventude. Embora o debate muitas vezes enfatize flexibilidade e formatos descentralizados, os dados mostram que a Geração Z valoriza presença, estabilidade e segurança no início da carreira.</p>
<p>Compreender esse momento de entrada no mercado é fundamental para a construção de estratégias mais eficazes de atração e desenvolvimento de talentos. A combinação entre estrutura, ambientes presenciais de aprendizado e flexibilidade progressiva tende a ser determinante para o estabelecimento de vínculos mais duradouros entre jovens e organizações.</p>
<p>Crédito da foto: Divulgação CIEE-RS</p>
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Conjunto de pesquisas desenvolvidas no sul do Brasil investiga a composição química e a fitotoxicidade do óleo essencial de Hesperozygis ringens
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<p>Pesquisas conduzidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade do Vale do Taquari - Univates vêm ampliando o conhecimento científico sobre o potencial do óleo essencial de <em>Hesperozygis ringens</em> (Benth.) Epling, uma espécie vegetal da família Lamiaceae, nativa e endêmica do bioma Pampa. </p>
<p>Os estudos analisaram desde o rendimento e a composição química do óleo essencial até seus efeitos fitotóxicos sobre diferentes plantas infestantes, também conhecidas como daninhas, de relevância agrícola, como <em>Conyza bonariensis </em>(buva), <em>Lolium multiflorum </em>(azevém), <em>Bidens pilosa </em>(picão),<em> Eragrostis plana </em>(capim-annoni)e <em>Amaranthus viridis </em>(este último ainda não publicado), todas causadoras de danos econômicos de grandes proporções. Em conjunto, os resultados indicam que o óleo essencial da espécie apresenta forte potencial para o desenvolvimento de herbicidas naturais, alinhados às demandas por sustentabilidade e redução do uso de insumos químicos sintéticos.</p>
<p>A motivação das pesquisas está relacionada ao desafio crescente do manejo de plantas infestantes, muitas delas resistentes aos herbicidas convencionais. Essas espécies comprometem a produtividade agrícola, elevam custos de produção e estimulam o uso intensivo de produtos químicos, causando impactos ambientais e riscos à saúde humana. Nesse contexto, os óleos essenciais surgem como alternativa promissora e sustentável. </p>
<p><strong>Os estudos </strong></p>
<p>Um dos estudos recentes desse conjunto investigou se o óleo essencial de <em>Hesperozygis ringens</em> teria potencial para controlar <em>Conyza bonariensis</em> (L.) Cronquist sem causar danos a espécies nativas. Intitulado <em>“</em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0305197826000189"><em>Does Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil have potential for control of Conyza bonariensis (L.) Cronquist without damaging native species</em></a><em>?”</em>, o trabalho tem como autores Fernanda Bruxel, Amanda Pastório Borges, Amanda Janner Marques, Marcos Vinicius Vizioli Klaus, Mara Cíntia Winhelmann, Alex Dapont, Camila Thaís Scheibler, Shirley Martins Silva e Elisete Maria de Freitas. A pesquisa envolve o Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e o Laboratório de Botânica da Univates, além do Programa de Pós-Graduação em Conservação e Manejo de Recursos Naturais da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE).</p>
<p>Nesse estudo, folhas de <em>H. ringens</em> foram coletadas e submetidas à extração do óleo essencial por hidrodestilação. O óleo essencial obtido foi testado em diferentes concentrações, de 0,001% a 0,02%, em bioensaios de germinação e desenvolvimento inicial conduzidos em placas de Petri e frascos de vidro, sob condições controladas. Os resultados mostraram que as maiores concentrações inibiram a germinação e afetaram significativamente o desenvolvimento inicial de <em>C. bonariensis</em>, causando danos às membranas celulares. A caracterização química identificou 29 compostos no óleo essencial, com destaque para a pulegona como composto majoritário. Segundo os autores, “a sinergia entre os compostos é responsável pela atividade tóxica”, e não somente a ação isolada da pulegona.</p>
<p>Outro estudo avaliou a fitotoxicidade do óleo essencial de <em>H. ringens</em> sobre <em>Lolium multiflorum</em> Lam., uma gramínea amplamente distribuída e de importância agrícola. Intitulado <em>“</em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1878818125003949"><em>Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Lolium multiflorum Lam.</em></a><em>”</em>, o trabalho é assinado por Maiqueli Longaretti Bonetz, Fernanda Bruxel, Mara Cíntia Winhelmann, Camila Thaís Scheibler, Shirley Martins Silva, Gabriela Larissa Kock, Luana Lermen Becchi, Julia Gastmann, Amanda Pichani Primaz, Lucélia Hoehne e Elisete Maria de Freitas. As afiliações concentram-se no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e no Laboratório de Botânica da Univates, com colaboração da UNIOESTE e do Laboratório de Química da Univates.</p>
<p>Neste trabalho, o óleo essencial foi obtido por hidrodestilação e submetido a bioensaios de germinação, desenvolvimento inicial e testes <em>in vitro</em> com plantas adultas, além de ensaios de campo. As concentrações avaliadas indicaram efeito fitotóxico a partir das menores concentrações,com efeitos mais severos nas concentrações maiores , nas quais houve inibição completa da germinação e da formação de plântulas. Também foram observadas reduções no crescimento das raízes e da parte aérea, diminuição do teor de clorofila, redução da massa seca e danos às membranas celulares. Em condições de campo, foram registradas alterações anatômicas nos tecidos vegetais, semelhantes às causadas por herbicidas sintéticos, o que demonstra o potencial do óleo essencial como alternativa natural.</p>
<p>A fitotoxicidade do óleo essencial de <em>H. ringens</em> também foi avaliada sobre <em>Bidens pilosa</em> L. e <em>Paspalum notatum</em> Flüggé no estudo intitulado <em>“</em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S187881812500146X"><em>Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Bidens pilosa L. and Paspalum notatum Flüggé.</em></a><em>”</em> Os autores são Fernanda Bruxel, Amanda Pastório Borges, Amanda Janner Marques, Marcos Vinicius Vizioli Klaus, Mara Cíntia Winhelmann, Alex Dapont, Camila Thaís Scheibler, Shirley Martins Silva, Lucélia Hoehne, Eduardo Miranda Ethur e Elisete Maria de Freitas. As instituições envolvidas incluem o Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Univates, cursos de graduação da Univates e a UNIOESTE.</p>
<p>No estudo, os ensaios mostraram que concentrações mais elevadas do óleo essencial inibiram a germinação e comprometeram o crescimento inicial de <em>B. pilosa</em>, enquanto a pulegona isolada apresentou menor toxicidade, reforçando a hipótese de efeito sinérgico entre os compostos do óleo essencial. Em plantas adultas, <em>P. notatum</em> demonstrou menor sensibilidade, levando os autores a sugerirem um possível caráter seletivo do óleo essencial, aspecto considerado estratégico para o desenvolvimento de herbicidas sustentáveis. Como <em>P. notatum</em> é uma espécie nativa, é importante que o óleo não seja tóxico a ela, favorecendo ainda mais a possibilidade de uso do óleo de <em>H. ringens </em>como um herbicida natural. </p>
<p>Outro trabalho desenvolvido pelo grupo investigou a ação do óleo essencial sobre <em>Eragrostis plana</em> Nees, uma espécie invasora associada a áreas de pastagem no sul do Brasil. Intitulado <em>“</em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0367253022001633"><em>Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Eragrostis plana Nees”</em></a>, o estudo tem como autores Fernanda Bruxel, Carolina Ely Schneider, Julia Gastmann, Carla Roberta Orlandi, Rodrigo Gastmann, Lucélia Hoehne, Geraldo Luiz Gonçalves Soares, Eduardo Miranda Ethur, Raul Antonio Sperotto e Elisete Maria de Freitas. Os trabalhos estão vinculados principalmente ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e ao Laboratório de Botânica da Univates, com participação do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</p>
<p>Os resultados indicaram que mesmo concentrações baixas do óleo essencial afetaram negativamente a germinação e o desenvolvimento inicial de <em>E. plana</em>, com redução do crescimento radicular e da parte aérea. Foram observados acúmulo de peróxido de hidrogênio, redução do teor de clorofila e danos aos tecidos vegetais, indicando estresse oxidativo e comprometimento da integridade celular. Os autores destacam, contudo, a necessidade de estudos adicionais em condições de campo para avaliar impactos ambientais e viabilidade prática.</p>
<p>Outro estudo, conduzido durante o mestrado de Luana Lermen Becchi, também no PPG de Biotecnologia da Univates, avaliou a eficiência do óleo essencial de <em>H. ringens </em>para o controle do caruru (<em>Amaranthus viridis</em>) em casa de vegetação e campo. Por se tratar de testes fora do ambiente laboratorial, Luana utilizou concentrações mais elevadas (1, 3 e 6%) do óleo e mostrou que mesmo não sendo um ambiente controlado, o óleo é capaz de danificar as plantas a partir da concentração de 3%. Já na concentração mais elevada (6%), houve a morte de todas as plantas expostas ao óleo essencial. </p>
<p>Complementando os estudos, visando avaliar se a exploração econômica da espécie para a produção de um herbicida natural é viável, a pesquisa intitulada <em>“</em><a href="https://www.scielo.br/j/bjb/a/yv83ZG3tgxcHSgKf65x3pRP/?format=html&lang=en"><em>Yield and chemical composition of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil cultivated in different areas”</em></a> analisou o rendimento e a composição química do óleo essencial obtido de plantas de populações naturais existentes no Pampa e de plantas em cultivo em diferentes regiões do Estado e em casa de vegetação. O trabalho é de autoria de Fernanda Bruxel, Amanda Pastório Borges, A. J. Marques, Marcos Vinicius Vizioli Klaus, Mathias Hofstätter, Camille Granada, Eduardo Miranda Ethur, Lucélia Hoehne e Elisete Maria de Freitas. </p>
<p>Na pesquisa, a caracterização química do óleo revelou que a pulegona foi o principal componente em todos os óleos obtidos. E ainda, que o rendimento do óleo essencial foi maior em populações naturais, mas que o cultivo em diferentes áreas manteve a composição química relativamente estável, indicando viabilidade para produção controlada. Segundo os autores, a espécie demonstrou tolerância a diferentes condições climáticas e edáficas, o que reduz a pressão sobre populações naturais da espécie. Esses resultados sugerem que a planta tem potencial para ser utilizada para o desenvolvimento de herbicidas naturais, sendo o seu cultivo possível em diferentes regiões do Estado. </p>
<p>As pesquisas foram publicadas nos periódicos científicos Biocatalysis and Agricultural Biotechnology, Biochemical Systematics and Ecology, Flora e Brazilian Journal of Biology. </p>
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<p><strong>Glossário </strong></p>
<p><em>Explicações de termos técnicos da notícia </em></p>
<p><strong>Alelopatia</strong> – Fenômeno biológico no qual uma planta libera substâncias químicas no ambiente capazes de influenciar positiva ou negativamente a germinação, o crescimento ou o desenvolvimento de outras plantas.</p>
<p><strong>Análise de variância (ANOVA)</strong> – Método estatístico utilizado para comparar médias de diferentes tratamentos e verificar se as diferenças observadas são estatisticamente significativas.</p>
<p><strong>Bioensaios</strong> – Experimentos controlados realizados para avaliar os efeitos biológicos de uma substância sobre organismos vivos, como sementes, plântulas ou plantas adultas.</p>
<p><strong>Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas (GC-MS)</strong> – Técnica analítica usada para separar, identificar e quantificar compostos químicos presentes em misturas complexas, como óleos essenciais.</p>
<p><strong>Estresse oxidativo</strong> – Condição fisiológica caracterizada pelo excesso de espécies reativas de oxigênio nas células, podendo causar danos a proteínas, membranas e ao DNA.</p>
<p><strong>Fitotoxicidade</strong> – Capacidade de uma substância causar efeitos tóxicos em plantas, afetando processos como germinação, crescimento, metabolismo ou integridade celular.</p>
<p><strong>Germinação</strong> – Processo pelo qual a semente inicia seu desenvolvimento, dando origem a uma nova planta, a partir da absorção de água e ativação metabólica.</p>
<p><strong>Herbicida sintético</strong> – Produto químico desenvolvido industrialmente para o controle de plantas daninhas, geralmente com ação específica sobre determinados processos fisiológicos das plantas.</p>
<p><strong>Herbicida natural</strong> – Substância de origem biológica, como extratos vegetais ou óleos essenciais, utilizada para o controle de plantas daninhas, com potencial menor impacto ambiental.</p>
<p><strong>Hidrodestilação</strong> – Método de extração de óleos essenciais que utiliza água e calor para liberar compostos voláteis do material vegetal.</p>
<p><strong>Integridade celular</strong> – Estado de conservação das estruturas celulares, especialmente membranas, essencial para o funcionamento normal da célula.</p>
<p><strong>Monoterpenos</strong> – Classe de compostos orgânicos voláteis presentes em óleos essenciais, formados por duas unidades de isopreno, frequentemente associados a atividades biológicas.</p>
<p><strong>Plântula</strong> – Planta jovem em estágio inicial de desenvolvimento, logo após a germinação da semente.</p>
<p><strong>Pulegona</strong> – Composto orgânico do grupo dos monoterpenos, identificado como o principal constituinte do óleo essencial de <em>Hesperozygis ringens</em>, associado à atividade fitotóxica.</p>
<p><strong>Seletividade</strong> – Capacidade de uma substância atuar sobre determinadas espécies vegetais sem causar danos significativos a outras, especialmente culturas agrícolas ou espécies nativas.</p>
<p><strong>Sesquiterpenos oxigenados</strong> – Classe de compostos químicos presentes em óleos essenciais, formados por três unidades de isopreno e contendo átomos de oxigênio, frequentemente associados a atividades biológicas.</p>
<p><strong>Sinergia</strong> – Interação entre diferentes compostos em que o efeito combinado é maior do que a soma dos efeitos individuais.</p>
<p><strong>Sistema radicular</strong> – Conjunto de raízes da planta, responsável pela absorção de água e nutrientes do solo e pela fixação da planta.</p>
<p><strong>Sustentabilidade agrícola</strong> – Prática de produção agrícola que busca equilibrar produtividade, conservação ambiental e viabilidade econômica a longo prazo.</p>
<p><strong>Referências dos artigos citados neste texto</strong></p>
<p>BRUXEL, Fernanda; BORGES, Amanda Pastório; MARQUES, Amanda Janner; KLAUS, Marcos Vinicius Vizioli; WINHELMANN, Mara Cíntia; DAPONT, Alex; SCHEIBLER, Camila Thais; SILVA, Shirley Martins; DE FREITAS, Elisete Maria. Does *Hesperozygis ringens* (Benth.) Epling essential oil have potential for control of *Conyza bonariensis* (L.) Cronquist without damaging native species? *Biochemical Systematics and Ecology*, v. 126, p. 105231, 2026. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.bse.2026.105231">https://doi.org/10.1016/j.bse.2026.105231</a>. </p>
<p>BONETZ, Maiqueli Longaretti; BRUXEL, Fernanda; WINHELMANN, Mara Cíntia; SCHEIBLER, Camila Thaís; SILVA, Shirley Martins; KOCK, Gabriela Larissa; BECCHI, Luana Lermen; GASTMANN, Julia; PRIMAZ, Amanda Pichani; HOEHNE, Lucélia; DE FREITAS, Elisete Maria. Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Lolium multiflorum Lam. Biocatalysis and Agricultural Biotechnology, v. 70, p. 103881, 2025. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.bcab.2025.103881">https://doi.org/10.1016/j.bcab.2025.103881</a></p>
<p>BRUXEL, Fernanda; SCHNEIDER, Carolina Ely; GASTMANN, Julia; ORLANDI, Carla Roberta; GASTMANN, Rodrigo; HOEHNE, Lucélia; SOARES, Geraldo Luiz Gonçalves; ETHUR, Eduardo Miranda; SPEROTTO, Raul Antonio; DE FREITAS, Elisete Maria. Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Eragrostis plana Nees. Flora, v. 297, p. 152167, 2022. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.flora.2022.152167">https://doi.org/10.1016/j.flora.2022.152167</a>. </p>
<p>BRUXEL, F. et al.. Yield and chemical composition of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil cultivated in different areas. Brazilian Journal of Biology, v. 84, p. e289008, 2024. DOI: <a href="https://doi.org/10.1590/1519-6984.289008">https://doi.org/10.1590/1519-6984.289008</a>. </p>
<p>BRUXEL, Fernanda; BORGES, Amanda Pastório; MARQUES, Amanda Janner; KLAUS, Marcos Vinicius Vizioli; WINHELMANN, Mara Cíntia; DAPONT, Alex; SCHEIBLER, Camila Thais; SILVA, Shirley Martins; HOEHNE, Lucélia; ETHUR, Eduardo Miranda; FREITAS, Elisete Maria de. Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Bidens pilosa L. and Paspalum notatum Flüggé. Biocatalysis and Agricultural Biotechnology, v. 67, p. 103633, 2025. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.bcab.2025.103633">https://doi.org/10.1016/j.bcab.2025.103633</a>. </p>
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<p>Texto: Lucas George Wendt </p>
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Próxima edição está agendada para fevereiro de 2028
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<p>Encerrado nesta sexta-feira, o IV Congresso Internacional de Educação, realizado nos dias 12 e 13 no Auditório Central do Colégio Teutônia, reafirmou o compromisso com uma educação pautada na humanização, no pertencimento e na busca por excelência.</p>
<p>Com o tema “Círculos de saberes: por uma educação humanizada”, o evento foi promovido pelo Colégio Teutônia, com apoio da Prefeitura de Teutônia, reunindo mais de 600 participantes e consolidando-se como um dos maiores congressos da área educacional do interior do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A programação contemplou palestras com referências nacionais e internacionais, além de momentos culturais e de integração. O congresso foi voltado especialmente a professores, gestores escolares, psicólogos e profissionais da educação, além de aberto à comunidade interessada no debate educacional contemporâneo.</p>
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<p><strong>Programação da sexta-feira</strong></p>
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<p>A manhã iniciou com a palestra “Onde está a atenção das crianças e adolescentes?”, com Carla Tieppo, seguida de “Pedagogia do cuidado e qualidade de vida”, com Humberto Herrera Contreras.</p>
<p>O público também acompanhou a apresentação cultural “Uma viagem ao mundo Disney”, com o Conjunto Instrumental do Colégio Teutônia e a cantora Laura Dalmás.</p>
<p>O encerramento ficou por conta da palestra “O jeito Disney de ser”, com Marcus Bernardes, que trouxe reflexões sobre gestão, cultura organizacional e excelência no atendimento, aplicáveis também ao contexto escolar.</p>
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<p><strong>Pessoas, cenário e processo</strong></p>
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<p>Bernardes destacou que a metodologia Disney pode ser adaptada a qualquer empreendimento, inclusive às escolas. Segundo ele, muitos visitantes retornam aos parques pela forma como são tratados, marcada por hospitalidade e cortesia.</p>
<p>Ao abordar os pilares do sucesso, apresentou três fundamentos centrais: pessoas, cenário e processo.</p>
<p>Sobre pessoas, enfatizou que são elas que fazem a diferença. “O encantamento começa da porta para dentro. Trate seus funcionários como gostaria que tratassem seus clientes. Quando você cria uma cultura, as pessoas não fazem apenas o que precisa ser feito, fazem porque acreditam no propósito”, afirmou, defendendo investimento contínuo em treinamentos e na construção de uma cultura de hospitalidade e resolução.</p>
<p>No pilar cenário, comparou a escola ao palco de um espetáculo. “Se você não desenhar o cenário, o acaso desenha, e o acaso nunca encanta”, destacou, ressaltando a importância da organização, limpeza, atenção aos detalhes e separação clara entre bastidores e atendimento.</p>
<p>Já no pilar processo, reforçou que “não é mágica, é processo”. Para ele, a excelência é resultado de métodos bem definidos e executados com constância. “Não é com mágica que se faz um bom trabalho, é com um bom trabalho que se faz mágica.”</p>
<p>Ao integrar os três pilares, segundo o palestrante, entra-se na “zona de serviço excepcional”, marcada por atenção aos detalhes e cultura de excelência.</p>
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<p><strong>Chaves</strong></p>
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<p>Bernardes sugeriu ainda que as escolas definam seus padrões de atendimento com base em cinco “chaves” inspiradas na Disney: segurança, cortesia, inclusão, show e eficiência. “Segurança é inegociável, cortesia é identidade, inclusão significa que todos pertencem, show é pelo que somos reconhecidos e eficiência tem relação com organização. Criem essas chaves na sua escola e compartilhem com todos. Isso facilita a tomada de decisões”, orientou.</p>
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<p><strong>Avaliação positiva e projeção para 2028</strong></p>
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<p>Ao final, a diretora do Colégio Teutônia, Fabiane Dentee Wommer, avaliou o evento como um marco para a instituição e para os participantes. “Foram dois dias intensos, marcados por muito aprendizado, partilhas significativas e reflexões que certamente seguirão ecoando em nossas práticas educativas. Em nome da comissão organizadora, expressamos nosso reconhecimento a todos os profissionais do Colégio Teutônia que, com dedicação, competência e espírito colaborativo, tornaram este evento possível. Agradecemos, igualmente, a todos os congressistas que estiveram conosco e fizeram deste encontro um verdadeiro círculo de aprendizagem e humanização”, destacou.</p>
<p>O V Congresso Internacional de Educação já está agendado para fevereiro de 2028, reforçando a proposta de manter o evento como espaço permanente para a formação, o diálogo e a construção coletiva do saber.</p>
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<p>TEXTO – Leandro Augusto Hamester</p>
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Candidatas interessadas em participar da seleção podem consultar o regulamento completo através do Instagram do evento @expovalelajeado e também através do WhatsApp (51) 99768 9387.
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<p><strong>Lajeado –</strong>A Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) abre na próxima segunda-feira (23) as inscrições para o Concurso de Soberanas da Expovale 2026. A escolha da nova corte marca o início das ações que antecedem a </p>
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<p><strong>Lajeado –</strong> A Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) abre na próxima segunda-feira (23) as inscrições para o Concurso de Soberanas da Expovale 2026. A escolha da nova corte marca o início das ações que antecedem a programação que acontece de 12 a 15 e de 18 a 22 de novembro no Parque do Imigrante em Lajeado.</p>
<p>Mais do que um título, ser soberana da feira é assumir o papel de representante de um dos maiores eventos multissetoriais do interior do Rio Grande do Sul. A rainha e princesas eleitas terão a missão de representar a Expovale e, sobretudo, o Vale do Taquari, divulgando suas potencialidades econômicas, culturais e turísticas em eventos, agendas institucionais e ações promocionais ao longo de 2026 e 2027.</p>
<p>Para participar, as candidatas devem representar de uma a três organizações legalmente constituídas — como clubes sociais, esportivos, culturais, recreativos, de serviços, centros culturais ou acadêmicos, entidades, empresas ou associações de bairro. Também é necessário ter entre 18 e 29 anos e residência comprovada em um dos 36 municípios que integram o Vale do Taquari.</p>
<p>As inscrições serão realizadas presencialmente na sede da Acil (rua Silva Jardim, nº 96, Centro de Lajeado), de 23 de fevereiro à 5 de março, das 9h às 11h e das 14h às 17h. O regulamento geral, com critérios de avaliação, etapas e sistema de pontuação, está disponível no link da bio do Instagram oficial do evento (@expovalelajeado) ou pode ser solicitado pelos WhatsApp (51) 9 9576-5629 e (51) 9 8152-9299.</p>
<p>A grande final do concurso vai acontecer na noite de 17 de abril com transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube da Expovale. O Concurso de Soberanas conta com o patrocínio de Ane Stefani Moda Festa, Librelotto Tour, Maria Piccoli Cirurgia Plástica e Pienna Jóias.</p>
<p>Texto Acil Lajeado</p>
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Equilíbrio e integração marcam a abertura do torneio municipal.
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<p>No sábado, dia 14 de fevereiro, a Administração Municipal de Imigrante realizou a 1ª rodada do 4º Torneio Municipal de Bocha, reunindo equipes e torcedores em mais uma edição que valoriza o esporte e a integração entre as comunidades.</p>
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<p>Os jogos foram marcados por equilíbrio e boa participação das equipes. No primeiro confronto, a Linha Rex venceu o Broca por 2 a 1, com placar geral de 35 a 32. Já no segundo duelo da rodada, o Canarinho superou o Granja Wessel por 2 a 1, somando 42 a 30 no placar geral.</p>
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<p>A competição segue no dia 21 de fevereiro, com dois confrontos programados. No Bar do Celo, a equipe do Granja Wessel enfrenta a Linha Rex. Já na comunidade de Boa Vista 37, o Canarinho encara o Broca.</p>
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<p>Crédito da foto: Divulgação Prefeitura de Imigrante</p>
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