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Presente em todos os estados, instituição financeira cooperativa dobrou sua base de associados nos últimos cinco anos
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<p><span>O Sicredi atingiu o marco de 10 milhões de associados, reforçando sua posição como uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Nos últimos cinco anos, a base mais do que dobrou, passando de 5 milhões de pessoas em 2021 para o patamar atual, evidenciando a força e a atratividade do modelo cooperativo no Brasil. Somente nos últimos 12 meses, o aumento foi de 13% no número de associados.</span></p>
<p><span>Esse avanço é sustentado por uma base diversa, que reflete a pluralidade de públicos atendidos e a ampla capilaridade do cooperativismo. Do total de associados, 75% são pessoas físicas. As pessoas jurídicas representam 16%, com destaque para micro, pequenas e médias empresas, segmento no qual o Sicredi já atende 27% das pequenas empresas brasileiras, somando aproximadamente 400 mil CNPJs. Já o segmento Agro, com 9% da base, reforça a histórica atuação da instituição junto ao agronegócio e às economias locais.</span></p>
<p><span>“Alcançar a marca de 10 milhões de associados é um momento histórico e motivo de muito orgulho para as 100 cooperativas que integram o nosso Sistema. Esse resultado reflete a confiança das pessoas no nosso modelo, que une crescimento sustentável, relacionamento próximo e impacto positivo nas comunidades”, salienta Fernando Dall’Agnese, presidente do Conselho de Administração da SicrediPar.</span></p>
<p><strong><span>Expansão e impacto positivo</span></strong></p>
<p><span>Para acompanhar esse avanço e manter a proximidade com seus associados, o Sicredi conta atualmente com mais de 3 mil pontos de atendimento distribuídos em 2,2 mil municípios, garantindo presença em todo o território nacional. Somente no último ano, foram inauguradas mais de 190 agências, e a projeção é encerrar 2026 com cerca de 200 novos espaços, mantendo o ritmo acelerado de expansão da rede física.</span></p>
<p><span>Essa ampliação reforça o compromisso da instituição financeira cooperativa em gerar valor para quem faz parte do cooperativismo. Na edição mais recente do Benefício Econômico do Sicredi (BES), indicador calculado com base na metodologia do Banco Central, foram registrados R$ 25,5 bilhões em benefícios econômicos gerados aos associados em 2024. O dado, referente à última medição anual disponível, representa uma economia de R$ 2.931,17 por associado.</span></p>
<p><span>Com o crescimento consistente, o modelo cooperativo também se traduz em impacto positivo nos locais onde está presente. Ao se tornarem associadas, as pessoas contribuem para o desenvolvimento de suas regiões, já que parte dos recursos retorna às comunidades por meio de programas e projetos sociais, iniciativas de educação financeira, apoio ao empreendedorismo e investimentos em desenvolvimento local.</span></p>
<p><span>Simone Rockenbach Comunicação Empresarial </span></p>
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Levantamento do CIEE-RS traz as tendências da juventude para o trabalho em 2026
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<p>Nas redes sociais, o emprego com carteira assinada virou alvo de memes e ganhou uma conotação negativa nos últimos anos. Mas para mais da metade dos jovens gaúchos em busca da primeira oportunidade de trabalho, o desejo é de que sua primeira vaga seja via CLT. Esse é um dos resultados de levantamento feito pelo CIEE-RS, que analisa as tendências da juventude para o mercado em 2026.</p>
<p>A Pesquisa de Tendências: Mercado de Trabalho ouviu, de forma online, 558 pessoas de todo o Rio Grande do Sul, entre estagiários, aprendizes, jovens em busca da primeira oportunidade de trabalho e representantes de empresas. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 4%.</p>
<p>Entre os jovens que procuram uma chance no mercado (27% dos entrevistados), 51,8% esperam ter carteira assinada, dentro do regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), apontando segurança, estabilidade e reconhecimento como fatores que influenciam nessa decisão. Para os estagiários e aprendizes, 38% têm a expectativa de serem efetivados, listando clareza de trajetória e possibilidade de desenvolvimento contínuo como perspectivas de valor.</p>
<p>Para o CEO do CIEE-RS, Lucas Baldisserotto, mesmo em um cenário de flexibilização das relações de trabalho, o vínculo formal segue sendo percebido como um fator relevante no início da vida profissional. “A carteira assinada ainda simboliza segurança, reconhecimento e possibilidade de planejamento para muitos jovens que estão dando os primeiros passos no mercado de trabalho. No CIEE-RS, o Programa de Aprendizagem oferece essa porta de entrada por meio da CLT desde o início da trajetória profissional”, destaca.</p>
<p><strong>Visão dos modelos de trabalho</strong></p>
<p>Em um momento no qual empresas começam a rever estratégias sobre o trabalho remoto, a maioria dos jovens (51,3%) acredita que em 2026 o modelo presencial será o mais adotado. Os modelos flexível (22,08%) e híbrido (19,39%) somam mais de 41% das respostas, enquanto apenas 7,2% veem o home office como predominante neste ano.</p>
<p>Já a preferência pelo formato de trabalho varia de acordo com o momento da carreira: o presencial é predominante entre jovens de 16 a 24 anos, estagiários e aprendizes, enquanto modelos flexíveis e híbridos crescem conforme a trajetória profissional.</p>
<p>Segundo Lucas Baldisserotto, esse comportamento reforça a importância dos ambientes presenciais no início da carreira. “A convivência, o aprendizado prático e a troca cotidiana seguem sendo elementos centrais para a formação profissional. Com o avanço da trajetória, a flexibilidade passa a ser percebida como uma conquista associada à maturidade e ao vínculo estabelecido com a organização”, avalia.</p>
<p>Nesse contexto, os resultados da pesquisa indicam um desalinhamento entre parte do discurso sobre o futuro do trabalho e as expectativas reais da juventude. Embora o debate muitas vezes enfatize flexibilidade e formatos descentralizados, os dados mostram que a Geração Z valoriza presença, estabilidade e segurança no início da carreira.</p>
<p>Compreender esse momento de entrada no mercado é fundamental para a construção de estratégias mais eficazes de atração e desenvolvimento de talentos. A combinação entre estrutura, ambientes presenciais de aprendizado e flexibilidade progressiva tende a ser determinante para o estabelecimento de vínculos mais duradouros entre jovens e organizações.</p>
<p>Crédito da foto: Divulgação CIEE-RS</p>
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Conjunto de pesquisas desenvolvidas no sul do Brasil investiga a composição química e a fitotoxicidade do óleo essencial de Hesperozygis ringens
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<p>Pesquisas conduzidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade do Vale do Taquari - Univates vêm ampliando o conhecimento científico sobre o potencial do óleo essencial de <em>Hesperozygis ringens</em> (Benth.) Epling, uma espécie vegetal da família Lamiaceae, nativa e endêmica do bioma Pampa. </p>
<p>Os estudos analisaram desde o rendimento e a composição química do óleo essencial até seus efeitos fitotóxicos sobre diferentes plantas infestantes, também conhecidas como daninhas, de relevância agrícola, como <em>Conyza bonariensis </em>(buva), <em>Lolium multiflorum </em>(azevém), <em>Bidens pilosa </em>(picão),<em> Eragrostis plana </em>(capim-annoni)e <em>Amaranthus viridis </em>(este último ainda não publicado), todas causadoras de danos econômicos de grandes proporções. Em conjunto, os resultados indicam que o óleo essencial da espécie apresenta forte potencial para o desenvolvimento de herbicidas naturais, alinhados às demandas por sustentabilidade e redução do uso de insumos químicos sintéticos.</p>
<p>A motivação das pesquisas está relacionada ao desafio crescente do manejo de plantas infestantes, muitas delas resistentes aos herbicidas convencionais. Essas espécies comprometem a produtividade agrícola, elevam custos de produção e estimulam o uso intensivo de produtos químicos, causando impactos ambientais e riscos à saúde humana. Nesse contexto, os óleos essenciais surgem como alternativa promissora e sustentável. </p>
<p><strong>Os estudos </strong></p>
<p>Um dos estudos recentes desse conjunto investigou se o óleo essencial de <em>Hesperozygis ringens</em> teria potencial para controlar <em>Conyza bonariensis</em> (L.) Cronquist sem causar danos a espécies nativas. Intitulado <em>“</em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0305197826000189"><em>Does Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil have potential for control of Conyza bonariensis (L.) Cronquist without damaging native species</em></a><em>?”</em>, o trabalho tem como autores Fernanda Bruxel, Amanda Pastório Borges, Amanda Janner Marques, Marcos Vinicius Vizioli Klaus, Mara Cíntia Winhelmann, Alex Dapont, Camila Thaís Scheibler, Shirley Martins Silva e Elisete Maria de Freitas. A pesquisa envolve o Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e o Laboratório de Botânica da Univates, além do Programa de Pós-Graduação em Conservação e Manejo de Recursos Naturais da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE).</p>
<p>Nesse estudo, folhas de <em>H. ringens</em> foram coletadas e submetidas à extração do óleo essencial por hidrodestilação. O óleo essencial obtido foi testado em diferentes concentrações, de 0,001% a 0,02%, em bioensaios de germinação e desenvolvimento inicial conduzidos em placas de Petri e frascos de vidro, sob condições controladas. Os resultados mostraram que as maiores concentrações inibiram a germinação e afetaram significativamente o desenvolvimento inicial de <em>C. bonariensis</em>, causando danos às membranas celulares. A caracterização química identificou 29 compostos no óleo essencial, com destaque para a pulegona como composto majoritário. Segundo os autores, “a sinergia entre os compostos é responsável pela atividade tóxica”, e não somente a ação isolada da pulegona.</p>
<p>Outro estudo avaliou a fitotoxicidade do óleo essencial de <em>H. ringens</em> sobre <em>Lolium multiflorum</em> Lam., uma gramínea amplamente distribuída e de importância agrícola. Intitulado <em>“</em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1878818125003949"><em>Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Lolium multiflorum Lam.</em></a><em>”</em>, o trabalho é assinado por Maiqueli Longaretti Bonetz, Fernanda Bruxel, Mara Cíntia Winhelmann, Camila Thaís Scheibler, Shirley Martins Silva, Gabriela Larissa Kock, Luana Lermen Becchi, Julia Gastmann, Amanda Pichani Primaz, Lucélia Hoehne e Elisete Maria de Freitas. As afiliações concentram-se no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e no Laboratório de Botânica da Univates, com colaboração da UNIOESTE e do Laboratório de Química da Univates.</p>
<p>Neste trabalho, o óleo essencial foi obtido por hidrodestilação e submetido a bioensaios de germinação, desenvolvimento inicial e testes <em>in vitro</em> com plantas adultas, além de ensaios de campo. As concentrações avaliadas indicaram efeito fitotóxico a partir das menores concentrações,com efeitos mais severos nas concentrações maiores , nas quais houve inibição completa da germinação e da formação de plântulas. Também foram observadas reduções no crescimento das raízes e da parte aérea, diminuição do teor de clorofila, redução da massa seca e danos às membranas celulares. Em condições de campo, foram registradas alterações anatômicas nos tecidos vegetais, semelhantes às causadas por herbicidas sintéticos, o que demonstra o potencial do óleo essencial como alternativa natural.</p>
<p>A fitotoxicidade do óleo essencial de <em>H. ringens</em> também foi avaliada sobre <em>Bidens pilosa</em> L. e <em>Paspalum notatum</em> Flüggé no estudo intitulado <em>“</em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S187881812500146X"><em>Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Bidens pilosa L. and Paspalum notatum Flüggé.</em></a><em>”</em> Os autores são Fernanda Bruxel, Amanda Pastório Borges, Amanda Janner Marques, Marcos Vinicius Vizioli Klaus, Mara Cíntia Winhelmann, Alex Dapont, Camila Thaís Scheibler, Shirley Martins Silva, Lucélia Hoehne, Eduardo Miranda Ethur e Elisete Maria de Freitas. As instituições envolvidas incluem o Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Univates, cursos de graduação da Univates e a UNIOESTE.</p>
<p>No estudo, os ensaios mostraram que concentrações mais elevadas do óleo essencial inibiram a germinação e comprometeram o crescimento inicial de <em>B. pilosa</em>, enquanto a pulegona isolada apresentou menor toxicidade, reforçando a hipótese de efeito sinérgico entre os compostos do óleo essencial. Em plantas adultas, <em>P. notatum</em> demonstrou menor sensibilidade, levando os autores a sugerirem um possível caráter seletivo do óleo essencial, aspecto considerado estratégico para o desenvolvimento de herbicidas sustentáveis. Como <em>P. notatum</em> é uma espécie nativa, é importante que o óleo não seja tóxico a ela, favorecendo ainda mais a possibilidade de uso do óleo de <em>H. ringens </em>como um herbicida natural. </p>
<p>Outro trabalho desenvolvido pelo grupo investigou a ação do óleo essencial sobre <em>Eragrostis plana</em> Nees, uma espécie invasora associada a áreas de pastagem no sul do Brasil. Intitulado <em>“</em><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0367253022001633"><em>Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Eragrostis plana Nees”</em></a>, o estudo tem como autores Fernanda Bruxel, Carolina Ely Schneider, Julia Gastmann, Carla Roberta Orlandi, Rodrigo Gastmann, Lucélia Hoehne, Geraldo Luiz Gonçalves Soares, Eduardo Miranda Ethur, Raul Antonio Sperotto e Elisete Maria de Freitas. Os trabalhos estão vinculados principalmente ao Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e ao Laboratório de Botânica da Univates, com participação do Departamento de Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</p>
<p>Os resultados indicaram que mesmo concentrações baixas do óleo essencial afetaram negativamente a germinação e o desenvolvimento inicial de <em>E. plana</em>, com redução do crescimento radicular e da parte aérea. Foram observados acúmulo de peróxido de hidrogênio, redução do teor de clorofila e danos aos tecidos vegetais, indicando estresse oxidativo e comprometimento da integridade celular. Os autores destacam, contudo, a necessidade de estudos adicionais em condições de campo para avaliar impactos ambientais e viabilidade prática.</p>
<p>Outro estudo, conduzido durante o mestrado de Luana Lermen Becchi, também no PPG de Biotecnologia da Univates, avaliou a eficiência do óleo essencial de <em>H. ringens </em>para o controle do caruru (<em>Amaranthus viridis</em>) em casa de vegetação e campo. Por se tratar de testes fora do ambiente laboratorial, Luana utilizou concentrações mais elevadas (1, 3 e 6%) do óleo e mostrou que mesmo não sendo um ambiente controlado, o óleo é capaz de danificar as plantas a partir da concentração de 3%. Já na concentração mais elevada (6%), houve a morte de todas as plantas expostas ao óleo essencial. </p>
<p>Complementando os estudos, visando avaliar se a exploração econômica da espécie para a produção de um herbicida natural é viável, a pesquisa intitulada <em>“</em><a href="https://www.scielo.br/j/bjb/a/yv83ZG3tgxcHSgKf65x3pRP/?format=html&lang=en"><em>Yield and chemical composition of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil cultivated in different areas”</em></a> analisou o rendimento e a composição química do óleo essencial obtido de plantas de populações naturais existentes no Pampa e de plantas em cultivo em diferentes regiões do Estado e em casa de vegetação. O trabalho é de autoria de Fernanda Bruxel, Amanda Pastório Borges, A. J. Marques, Marcos Vinicius Vizioli Klaus, Mathias Hofstätter, Camille Granada, Eduardo Miranda Ethur, Lucélia Hoehne e Elisete Maria de Freitas. </p>
<p>Na pesquisa, a caracterização química do óleo revelou que a pulegona foi o principal componente em todos os óleos obtidos. E ainda, que o rendimento do óleo essencial foi maior em populações naturais, mas que o cultivo em diferentes áreas manteve a composição química relativamente estável, indicando viabilidade para produção controlada. Segundo os autores, a espécie demonstrou tolerância a diferentes condições climáticas e edáficas, o que reduz a pressão sobre populações naturais da espécie. Esses resultados sugerem que a planta tem potencial para ser utilizada para o desenvolvimento de herbicidas naturais, sendo o seu cultivo possível em diferentes regiões do Estado. </p>
<p>As pesquisas foram publicadas nos periódicos científicos Biocatalysis and Agricultural Biotechnology, Biochemical Systematics and Ecology, Flora e Brazilian Journal of Biology. </p>
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<p><strong>Glossário </strong></p>
<p><em>Explicações de termos técnicos da notícia </em></p>
<p><strong>Alelopatia</strong> – Fenômeno biológico no qual uma planta libera substâncias químicas no ambiente capazes de influenciar positiva ou negativamente a germinação, o crescimento ou o desenvolvimento de outras plantas.</p>
<p><strong>Análise de variância (ANOVA)</strong> – Método estatístico utilizado para comparar médias de diferentes tratamentos e verificar se as diferenças observadas são estatisticamente significativas.</p>
<p><strong>Bioensaios</strong> – Experimentos controlados realizados para avaliar os efeitos biológicos de uma substância sobre organismos vivos, como sementes, plântulas ou plantas adultas.</p>
<p><strong>Cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas (GC-MS)</strong> – Técnica analítica usada para separar, identificar e quantificar compostos químicos presentes em misturas complexas, como óleos essenciais.</p>
<p><strong>Estresse oxidativo</strong> – Condição fisiológica caracterizada pelo excesso de espécies reativas de oxigênio nas células, podendo causar danos a proteínas, membranas e ao DNA.</p>
<p><strong>Fitotoxicidade</strong> – Capacidade de uma substância causar efeitos tóxicos em plantas, afetando processos como germinação, crescimento, metabolismo ou integridade celular.</p>
<p><strong>Germinação</strong> – Processo pelo qual a semente inicia seu desenvolvimento, dando origem a uma nova planta, a partir da absorção de água e ativação metabólica.</p>
<p><strong>Herbicida sintético</strong> – Produto químico desenvolvido industrialmente para o controle de plantas daninhas, geralmente com ação específica sobre determinados processos fisiológicos das plantas.</p>
<p><strong>Herbicida natural</strong> – Substância de origem biológica, como extratos vegetais ou óleos essenciais, utilizada para o controle de plantas daninhas, com potencial menor impacto ambiental.</p>
<p><strong>Hidrodestilação</strong> – Método de extração de óleos essenciais que utiliza água e calor para liberar compostos voláteis do material vegetal.</p>
<p><strong>Integridade celular</strong> – Estado de conservação das estruturas celulares, especialmente membranas, essencial para o funcionamento normal da célula.</p>
<p><strong>Monoterpenos</strong> – Classe de compostos orgânicos voláteis presentes em óleos essenciais, formados por duas unidades de isopreno, frequentemente associados a atividades biológicas.</p>
<p><strong>Plântula</strong> – Planta jovem em estágio inicial de desenvolvimento, logo após a germinação da semente.</p>
<p><strong>Pulegona</strong> – Composto orgânico do grupo dos monoterpenos, identificado como o principal constituinte do óleo essencial de <em>Hesperozygis ringens</em>, associado à atividade fitotóxica.</p>
<p><strong>Seletividade</strong> – Capacidade de uma substância atuar sobre determinadas espécies vegetais sem causar danos significativos a outras, especialmente culturas agrícolas ou espécies nativas.</p>
<p><strong>Sesquiterpenos oxigenados</strong> – Classe de compostos químicos presentes em óleos essenciais, formados por três unidades de isopreno e contendo átomos de oxigênio, frequentemente associados a atividades biológicas.</p>
<p><strong>Sinergia</strong> – Interação entre diferentes compostos em que o efeito combinado é maior do que a soma dos efeitos individuais.</p>
<p><strong>Sistema radicular</strong> – Conjunto de raízes da planta, responsável pela absorção de água e nutrientes do solo e pela fixação da planta.</p>
<p><strong>Sustentabilidade agrícola</strong> – Prática de produção agrícola que busca equilibrar produtividade, conservação ambiental e viabilidade econômica a longo prazo.</p>
<p><strong>Referências dos artigos citados neste texto</strong></p>
<p>BRUXEL, Fernanda; BORGES, Amanda Pastório; MARQUES, Amanda Janner; KLAUS, Marcos Vinicius Vizioli; WINHELMANN, Mara Cíntia; DAPONT, Alex; SCHEIBLER, Camila Thais; SILVA, Shirley Martins; DE FREITAS, Elisete Maria. Does *Hesperozygis ringens* (Benth.) Epling essential oil have potential for control of *Conyza bonariensis* (L.) Cronquist without damaging native species? *Biochemical Systematics and Ecology*, v. 126, p. 105231, 2026. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.bse.2026.105231">https://doi.org/10.1016/j.bse.2026.105231</a>. </p>
<p>BONETZ, Maiqueli Longaretti; BRUXEL, Fernanda; WINHELMANN, Mara Cíntia; SCHEIBLER, Camila Thaís; SILVA, Shirley Martins; KOCK, Gabriela Larissa; BECCHI, Luana Lermen; GASTMANN, Julia; PRIMAZ, Amanda Pichani; HOEHNE, Lucélia; DE FREITAS, Elisete Maria. Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Lolium multiflorum Lam. Biocatalysis and Agricultural Biotechnology, v. 70, p. 103881, 2025. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.bcab.2025.103881">https://doi.org/10.1016/j.bcab.2025.103881</a></p>
<p>BRUXEL, Fernanda; SCHNEIDER, Carolina Ely; GASTMANN, Julia; ORLANDI, Carla Roberta; GASTMANN, Rodrigo; HOEHNE, Lucélia; SOARES, Geraldo Luiz Gonçalves; ETHUR, Eduardo Miranda; SPEROTTO, Raul Antonio; DE FREITAS, Elisete Maria. Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Eragrostis plana Nees. Flora, v. 297, p. 152167, 2022. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.flora.2022.152167">https://doi.org/10.1016/j.flora.2022.152167</a>. </p>
<p>BRUXEL, F. et al.. Yield and chemical composition of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil cultivated in different areas. Brazilian Journal of Biology, v. 84, p. e289008, 2024. DOI: <a href="https://doi.org/10.1590/1519-6984.289008">https://doi.org/10.1590/1519-6984.289008</a>. </p>
<p>BRUXEL, Fernanda; BORGES, Amanda Pastório; MARQUES, Amanda Janner; KLAUS, Marcos Vinicius Vizioli; WINHELMANN, Mara Cíntia; DAPONT, Alex; SCHEIBLER, Camila Thais; SILVA, Shirley Martins; HOEHNE, Lucélia; ETHUR, Eduardo Miranda; FREITAS, Elisete Maria de. Phytotoxicity of Hesperozygis ringens (Benth.) Epling essential oil on Bidens pilosa L. and Paspalum notatum Flüggé. Biocatalysis and Agricultural Biotechnology, v. 67, p. 103633, 2025. DOI: <a href="https://doi.org/10.1016/j.bcab.2025.103633">https://doi.org/10.1016/j.bcab.2025.103633</a>. </p>
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<p>Texto: Lucas George Wendt </p>
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Próxima edição está agendada para fevereiro de 2028
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<p>Encerrado nesta sexta-feira, o IV Congresso Internacional de Educação, realizado nos dias 12 e 13 no Auditório Central do Colégio Teutônia, reafirmou o compromisso com uma educação pautada na humanização, no pertencimento e na busca por excelência.</p>
<p>Com o tema “Círculos de saberes: por uma educação humanizada”, o evento foi promovido pelo Colégio Teutônia, com apoio da Prefeitura de Teutônia, reunindo mais de 600 participantes e consolidando-se como um dos maiores congressos da área educacional do interior do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A programação contemplou palestras com referências nacionais e internacionais, além de momentos culturais e de integração. O congresso foi voltado especialmente a professores, gestores escolares, psicólogos e profissionais da educação, além de aberto à comunidade interessada no debate educacional contemporâneo.</p>
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<p><strong>Programação da sexta-feira</strong></p>
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<p>A manhã iniciou com a palestra “Onde está a atenção das crianças e adolescentes?”, com Carla Tieppo, seguida de “Pedagogia do cuidado e qualidade de vida”, com Humberto Herrera Contreras.</p>
<p>O público também acompanhou a apresentação cultural “Uma viagem ao mundo Disney”, com o Conjunto Instrumental do Colégio Teutônia e a cantora Laura Dalmás.</p>
<p>O encerramento ficou por conta da palestra “O jeito Disney de ser”, com Marcus Bernardes, que trouxe reflexões sobre gestão, cultura organizacional e excelência no atendimento, aplicáveis também ao contexto escolar.</p>
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<p><strong>Pessoas, cenário e processo</strong></p>
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<p>Bernardes destacou que a metodologia Disney pode ser adaptada a qualquer empreendimento, inclusive às escolas. Segundo ele, muitos visitantes retornam aos parques pela forma como são tratados, marcada por hospitalidade e cortesia.</p>
<p>Ao abordar os pilares do sucesso, apresentou três fundamentos centrais: pessoas, cenário e processo.</p>
<p>Sobre pessoas, enfatizou que são elas que fazem a diferença. “O encantamento começa da porta para dentro. Trate seus funcionários como gostaria que tratassem seus clientes. Quando você cria uma cultura, as pessoas não fazem apenas o que precisa ser feito, fazem porque acreditam no propósito”, afirmou, defendendo investimento contínuo em treinamentos e na construção de uma cultura de hospitalidade e resolução.</p>
<p>No pilar cenário, comparou a escola ao palco de um espetáculo. “Se você não desenhar o cenário, o acaso desenha, e o acaso nunca encanta”, destacou, ressaltando a importância da organização, limpeza, atenção aos detalhes e separação clara entre bastidores e atendimento.</p>
<p>Já no pilar processo, reforçou que “não é mágica, é processo”. Para ele, a excelência é resultado de métodos bem definidos e executados com constância. “Não é com mágica que se faz um bom trabalho, é com um bom trabalho que se faz mágica.”</p>
<p>Ao integrar os três pilares, segundo o palestrante, entra-se na “zona de serviço excepcional”, marcada por atenção aos detalhes e cultura de excelência.</p>
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<p><strong>Chaves</strong></p>
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<p>Bernardes sugeriu ainda que as escolas definam seus padrões de atendimento com base em cinco “chaves” inspiradas na Disney: segurança, cortesia, inclusão, show e eficiência. “Segurança é inegociável, cortesia é identidade, inclusão significa que todos pertencem, show é pelo que somos reconhecidos e eficiência tem relação com organização. Criem essas chaves na sua escola e compartilhem com todos. Isso facilita a tomada de decisões”, orientou.</p>
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<p><strong>Avaliação positiva e projeção para 2028</strong></p>
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<p>Ao final, a diretora do Colégio Teutônia, Fabiane Dentee Wommer, avaliou o evento como um marco para a instituição e para os participantes. “Foram dois dias intensos, marcados por muito aprendizado, partilhas significativas e reflexões que certamente seguirão ecoando em nossas práticas educativas. Em nome da comissão organizadora, expressamos nosso reconhecimento a todos os profissionais do Colégio Teutônia que, com dedicação, competência e espírito colaborativo, tornaram este evento possível. Agradecemos, igualmente, a todos os congressistas que estiveram conosco e fizeram deste encontro um verdadeiro círculo de aprendizagem e humanização”, destacou.</p>
<p>O V Congresso Internacional de Educação já está agendado para fevereiro de 2028, reforçando a proposta de manter o evento como espaço permanente para a formação, o diálogo e a construção coletiva do saber.</p>
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<p>TEXTO – Leandro Augusto Hamester</p>
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Candidatas interessadas em participar da seleção podem consultar o regulamento completo através do Instagram do evento @expovalelajeado e também através do WhatsApp (51) 99768 9387.
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<p><strong>Lajeado –</strong>A Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) abre na próxima segunda-feira (23) as inscrições para o Concurso de Soberanas da Expovale 2026. A escolha da nova corte marca o início das ações que antecedem a </p>
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<p><strong>Lajeado –</strong> A Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil) abre na próxima segunda-feira (23) as inscrições para o Concurso de Soberanas da Expovale 2026. A escolha da nova corte marca o início das ações que antecedem a programação que acontece de 12 a 15 e de 18 a 22 de novembro no Parque do Imigrante em Lajeado.</p>
<p>Mais do que um título, ser soberana da feira é assumir o papel de representante de um dos maiores eventos multissetoriais do interior do Rio Grande do Sul. A rainha e princesas eleitas terão a missão de representar a Expovale e, sobretudo, o Vale do Taquari, divulgando suas potencialidades econômicas, culturais e turísticas em eventos, agendas institucionais e ações promocionais ao longo de 2026 e 2027.</p>
<p>Para participar, as candidatas devem representar de uma a três organizações legalmente constituídas — como clubes sociais, esportivos, culturais, recreativos, de serviços, centros culturais ou acadêmicos, entidades, empresas ou associações de bairro. Também é necessário ter entre 18 e 29 anos e residência comprovada em um dos 36 municípios que integram o Vale do Taquari.</p>
<p>As inscrições serão realizadas presencialmente na sede da Acil (rua Silva Jardim, nº 96, Centro de Lajeado), de 23 de fevereiro à 5 de março, das 9h às 11h e das 14h às 17h. O regulamento geral, com critérios de avaliação, etapas e sistema de pontuação, está disponível no link da bio do Instagram oficial do evento (@expovalelajeado) ou pode ser solicitado pelos WhatsApp (51) 9 9576-5629 e (51) 9 8152-9299.</p>
<p>A grande final do concurso vai acontecer na noite de 17 de abril com transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube da Expovale. O Concurso de Soberanas conta com o patrocínio de Ane Stefani Moda Festa, Librelotto Tour, Maria Piccoli Cirurgia Plástica e Pienna Jóias.</p>
<p>Texto Acil Lajeado</p>
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Equilíbrio e integração marcam a abertura do torneio municipal.
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<p>No sábado, dia 14 de fevereiro, a Administração Municipal de Imigrante realizou a 1ª rodada do 4º Torneio Municipal de Bocha, reunindo equipes e torcedores em mais uma edição que valoriza o esporte e a integração entre as comunidades.</p>
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<p>Os jogos foram marcados por equilíbrio e boa participação das equipes. No primeiro confronto, a Linha Rex venceu o Broca por 2 a 1, com placar geral de 35 a 32. Já no segundo duelo da rodada, o Canarinho superou o Granja Wessel por 2 a 1, somando 42 a 30 no placar geral.</p>
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<p>A competição segue no dia 21 de fevereiro, com dois confrontos programados. No Bar do Celo, a equipe do Granja Wessel enfrenta a Linha Rex. Já na comunidade de Boa Vista 37, o Canarinho encara o Broca.</p>
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<p>Crédito da foto: Divulgação Prefeitura de Imigrante</p>
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Além das atividades para os estudantes, haverá cinema ao ar livre gratuito aberto à comunidade.
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<p>O semestre letivo da <a href="http://www.univates.br/">Universidade do Vale do Taquari - Univates</a> inicia oficialmente nesta quinta-feira, 19. Para tornar o momento mais especial e auxiliar aqueles estudantes que ainda não estão familiarizados com a nova rotina, a Instituição preparou uma série de atividades para a Acolhida, que ocorre nos dias 23, 24 e 27 de fevereiro.<br /><br /></p>
<p>Durante a programação, os estudantes poderão conhecer o <em>campus</em>, participar de oficinas para uso de ferramentas acadêmicas e esclarecer dúvidas sobre os serviços disponíveis. Nos dias 23 e 24, no Prédio 9, haverá a tradicional entrega de cadernos, com arena de jogos e DJ, durante os intervalos dos turnos da manhã e noite.<br /><br /></p>
<p>As atividades são gratuitas e abertas a todos os alunos interessados. A programação completa e o Guia do Estudante estão disponíveis no <em>site</em> <a href="http://www.univates.br/acolhida">univates.br/acolhida</a>.</p>
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<p><strong>Cinema ao ar livre</strong></p>
<p>No dia 27 de fevereiro, a Univates realizará o cinema ao ar livre. A atividade inédita é gratuita e aberta a toda a comunidade. A projeção do filme O Auto da Compadecida ocorre em frente ao Teatro, a partir das 19h.<br /><br /></p>
<p>Os espectadores podem confirmar presença antecipadamente <a href="https://materiais.univates.br/cinema">neste </a><a href="https://materiais.univates.br/cinema"><em>link</em></a> e concorrer a brindes. Também podem levar canga, almofada ou cadeira para se acomodar no espaço e aproveitar o cinema com mais conforto. Complementando a experiência, haverá <em>food trucks </em>no local, com diferentes opções de lanches para o público, e distribuição gratuita de pipoca.</p>
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<p>Crédito texto: Natalia Nissen/Univates</p>
<p>Crédito imagem: Pietra Darde/Univates</p>
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Levantamento do Stifa aponta início das admissões e expectativa de que a safra avance até o segundo semestre, impulsionando renda e oportunidades
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<p><strong>Santa Cruz do Sul </strong>- O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa), realizou um levantamento junto às indústrias processadoras de tabaco do município e apurou a estimativa de contratação de aproximadamente 9.150 trabalhadores sazonais para o período da safra do tabaco. O contingente reforça a importância do setor como gerador de postos temporários que movimentam a economia local e ampliam o acesso ao mercado de trabalho.<br /> As admissões já começaram e, conforme o sindicato, boa parte das empresas conduz diretamente seus processos de seleção. As vagas estão distribuídas em diferentes etapas do beneficiamento do tabaco e representam uma oportunidade para trabalhadores que buscam recolocação profissional ou o ingresso na indústria por meio de funções que exigem formação inicial.<br /> Para o presidente do Stifa, Éder Rodrigues, o período da safra do tabaco tem papel relevante na dinâmica econômica regional. “Essas contratações temporárias garantem renda para milhares de famílias e ajudam a manter a atividade econômica aquecida em Santa Cruz do Sul e na região”, afirma. Ele observa que o sindicato acompanha de perto esse movimento para orientar os trabalhadores e reforçar a importância do acesso a direitos e condições adequadas de trabalho. “Também oferecemos todos os nossos serviços aos trabalhadores sazonais que se associam ao nosso sindicato, com as mesmas coberturas dos efetivos e seus familiares”, recomenda Rodrigues.<br /> A expectativa do setor é que o ritmo da safra se estenda ao segundo semestre, especialmente entre agosto e setembro, prolongando o período de atividade nas indústrias. “Muitos profissionais que ingressam como safreiros acabam tendo a chance de permanecer nas empresas ou de retornar nas próximas safras, já com experiência adquirida. É uma porta de entrada importante para o mercado formal e para a construção de uma trajetória profissional”, afirma Rodrigues.</p>
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<p><strong>FOTO: ILUSTRATIVA, RECEBIDA DA EMPRESA BAT. </strong></p>
<p>Texto: Rodrigo Nascimento </p>
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Bancadas, escadarias, acessos e aberturas estão entre as estruturas em execução no novo prédio da Cooperativa Dália Alimentos.
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<p>A nova construção da Divisão de Produtos Suínos (DPS), em Encantado, que contará com dois andares, avança para uma nova fase, com a finalização dos acabamentos.</p>
<p>O Gerente da DPS, Roberto Luiz Crippa, relembra que a edificação foi planejada após as catástrofes climáticas ocorridas em setembro de 2023 e maio de 2024. O principal objetivo é realocar, em um segundo pavimento, a subestação elétrica que abriga geradores, transformadores, bancos capacitores, painéis elétricos e demais equipamentos responsáveis pelo abastecimento elétrico do frigorífico.<br /> “Tudo foi pensado de forma estratégica, dentro do conceito de resiliência, para que, em uma eventual enchente de grandes proporções, como as dos anos anteriores, a parte elétrica não seja atingida”, destaca Crippa.</p>
<p>O gerente também menciona que o investimento foi planejado para garantir uma estrutura moderna e eficiente. “Além da parte elétrica, estamos em fase de finalização dos acabamentos das salas de manutenção, do almoxarifado de embalagens e da caixaria”, ressalta.</p>
<p>Crippa estima ainda que as obras sejam concluídas no primeiro semestre deste ano. “Por se tratar da construção de um novo prédio, mais sofisticado e projetado para trazer maior eficiência à produção, é natural que a obra demande mais tempo. Ainda assim, todas as adaptações estão sendo planejadas para não interferirem no funcionamento da produção”, afirma.</p>
<p><strong>“Trabalho bem executado”</strong></p>
<p>Segundo a supervisora das Áreas de Apoio, Diana Bagatini Soga, todo o processo ocorreu de forma eficiente. “Desde a demolição do antigo prédio, a remoção do entulho até a aproximação da fase final, foi um trabalho bem executado. Nos próximos meses, realocaremos os setores almoxarifado, caixaria e manutenção em seus novos espaços”, relata.</p>
<p>Para ela, as adaptações foram fundamentais para preparar a unidade diante de possíveis eventos climáticos extremos no futuro. “Nossa forma de planejar e pensar mudou após o evento de maio de 2024, quando enfrentamos a grande enchente. Além desta nova estrutura, vale destacar a elevação da sala de comando elétrico das bombas de captação de água no rio Taquari, essencial para o funcionamento da Estação de Tratamento de Água (ETA)”, pontua Diana.</p>
<p><strong>Otimização dos espaços</strong></p>
<p>Outra mudança estratégica realizada com o início das obras foi o deslocamento do almoxarifado de peças, otimizando os espaços da unidade. A supervisora de Manutenção, Aliani Roth, explica que a adaptação exigiu apenas as instalações de isopainéis. “Ficamos com um ambiente organizado, com 35 metros de comprimento por 7,5 metros de largura”, destaca.</p>
<p>Por fim, Aliani salienta a importância dos novos ambientes tanto para o setor de manutenção quanto para os almoxarifados. “Otimizamos os espaços e, após a instalação dos equipamentos no novo prédio, o que deve ocorrer em breve, teremos ambientes mais adequados, permitindo maior eficiência nas operações”, conclui.</p>
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<p class="elementtoproof1">Kástenes R. Casali Jornalista</p>
<p class="elementtoproof1">Assessoria de Imprensa</p>
<p class="elementtoproof1">Cooperativa Dália Alimentos Ltda</p>
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Projeto adota metodologia oficial do clube de Carlos Barbosa e atende inicialmente estudantes de 6 a 15 anos
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<p>O Colégio Teutônia firmou parceria com a Organizações de Atividades Físicas Futvale Ltda., entidade licenciada pela Associação Carlos Barbosa de Futsal (ACBF), com o objetivo de ofertar a Escolinha de Futsal aos estudantes da instituição. A iniciativa visa a prestação de serviços de atividades físicas desportivas, abrangendo a organização, coordenação e execução dos treinamentos, com base na Metodologia ACBF de Escolas de Futsal.</p>
<p>As atividades compreendem treinos teóricos e práticos, conteúdos técnicos e táticos, além de ações recreativas e pedagógicas relacionadas à modalidade, sempre respeitando a faixa etária e o nível de desenvolvimento dos estudantes. Com a formalização da parceria, a escolinha passa a ser denominada Escola Licenciada ACBF/Colégio Teutônia.</p>
<p>O atendimento será destinado, neste primeiro momento, exclusivamente a estudantes regularmente matriculados no CT, com idades entre 6 e 15 anos, havendo estudo para a possibilidade de inclusão futura de atletas externos. As atividades serão desenvolvidas na infraestrutura disponibilizada pelo Colégio Teutônia.</p>
<p>Os treinamentos ocorrerão nas tardes de terças e quintas-feiras, além das manhãs e tardes de sextas-feiras, organizados conforme os níveis de ensino, do Infantil 5 ao 9º ano do Ensino Fundamental. O início das atividades está previsto para o fim de fevereiro ou início de março.</p>
<p>A parceria também prevê a realização de eventos complementares, como Escola de Goleiros, palestras com gestores e psicólogos, clínicas de futsal, além da participação em campeonatos e torneios, com foco na integração entre escolas de futsal, intercâmbio cultural e esportivo entre estudantes, famílias, municípios e instituições.</p>
<p>O professor de Educação Física e treinador Laudenor Brune destaca a relevância do projeto. “Essa oportunidade de parceria entre o CT e a ACBF ocorre em função do trabalho que a escola teutoniense já realiza no futsal de base, principalmente na formação global dos estudantes. Também pela proximidade de relacionamento com os profissionais da ACBF, o que motivou o convite para utilizar a metodologia do clube”, afirmou.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas junto à recepção do Colégio Teutônia, pelo fone (51) 3762-4040.</p>
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<p>TEXTO – Leandro Augusto Hamester</p>