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A iniciativa integra o projeto “Tchê Prepara – Preparação e Resposta a Emergências”, promovido pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência vinculada à ONU:
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<p>O município de Colinas receberá, no dia 26 de maio, o Simulado Externo de Evacuação Comunitária, uma ação voltada à preparação da população para situações de emergência e eventos climáticos extremos. A atividade ocorrerá das 13h às 16h, no Centro, envolvendo moradores, estudantes, trabalhadores e instituições locais.</p>
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<p>A iniciativa integra o projeto “Tchê Prepara – Preparação e Resposta a Emergências”, promovido pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), agência vinculada à ONU, em parceria com a Prefeitura Municipal de Colinas, Defesa Civil e demais entidades parceiras.</p>
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<p>Durante o simulado, será colocada em prática uma operação de evacuação da área demarcada, permitindo que os participantes conheçam rotas de fuga, pontos de encontro e procedimentos de segurança que devem ser adotados em casos de enchentes ou outras situações de risco.</p>
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<p>A proposta é fortalecer a cultura de prevenção e ampliar a capacidade de resposta da comunidade diante de desastres naturais, especialmente após os eventos climáticos que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos anos.</p>
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<p>Além da orientação técnica, a atividade também busca integrar a comunidade e conscientizar a população sobre a importância da organização e do preparo em momentos de emergência. Os participantes receberão atestado de participação.</p>
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Conforme previsto no regulamento, a cooperativa entregará mais de 12 mil litros de leite UHT às 26 escolas e alunos matriculado, além de mudas de árvores nativas e frutíferas
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<p>A Cooperativa Dália Alimentos, por meio do Programa Criança Dália, com o apoio da Tetra Pak e em parceria com as Secretarias Municipais de Educação, promove o Concurso Cultural com o tema “A importância do associativismo e do cooperativismo para a superação dos desafios”. Ao todo, participam da iniciativa 26 escolas municipais, distribuídas em dez municípios do Rio Grande do Sul.</p>
<p>No total, a Dália Alimentos distribuirá 12,4 mil litros de leite UHT, sendo metade às escolas participantes e a outra destinada a cada aluno matriculado. Além disso, cada aluno receberá uma bebida achocolatada Dália e um livro de colorir, totalizado a entrega de 6,2 mil itens. As escolas também estão recebendo as mudas nativas e frutíferas para serem plantadas. A cooperativa ainda entregará, no total, 630 camisetas e mochilas, destinadas aos alunos que integram as peças teatrais e aos professores orientadores.</p>
<p>Os municípios participantes são: Encantado, Arroio do Meio, Roca Sales, Fagundes Varela, Nova Bassano, Ilópolis, Marques de Souza, Boqueirão do Leão, Cacequi e Candelária. As crianças inscritas no concurso cultural devem ter, obrigatoriamente, entre 5 e 12 anos de idade.</p>
<p><strong>Etapa seletiva</strong></p>
<p>As etapas seletivas nos municípios já têm datas definidas. As apresentações ocorrerão em Cacequi, no dia 20 de maio; Encantado, no dia 22; Roca Sales, no dia 23; Ilópolis, no dia 26; Fagundes Varela, no dia 27; Arroio do Meio, no dia 28; Boqueirão do Leão, no dia 29; Candelária, no dia 1º de junho; Nova Bassano, no dia 2 de junho; e Marques de Souza, no dia 3 de junho.</p>
<p>Nessa fase, as escolas deverão apresentar a peça teatral preparada para o concurso. A grande final será realizada no dia 12 de junho, em Encantado, próximo ao aniversário de 79 anos da Dália.</p>
<p><strong>79 anos da cooperativa</strong></p>
<p>O Presidente do Conselho de Administração da Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini, destacou a importância do Concurso Cultural teatral promovido pelo Programa Criança Dália. “Este é um grande projeto da Dália, principalmente por estar relacionado à programação dos 79 anos da cooperativa. Por isso, estamos preparando um grande evento para receber os dez municípios, com suas respectivas escolas, na grande final do dia 12 de junho”, frisou Piccinini.</p>
<p><strong>Como funciona o concurso</strong></p>
<p>Cada escola inscrita no concurso por meio da Secretaria Municipal de Educação, participarão com 15 a 20 alunos de uma peça teatral, que poderá incluir diferentes elementos de expressão artística, como música e dança. A apresentação deverá representar a importância do associativismo e do cooperativismo e terá duração de 20 a 25 minutos. Após a etapa classificatória, a comissão julgadora escolherá uma escola representante de cada município.</p>
<p><strong>Premiação</strong></p>
<p>A premiação inclui três viagens. O grupo classificado em primeiro lugar receberá uma viagem ao Parque de Aventura Alpen Park, em Canela. A escola que ficar em segundo lugar ganhará um passeio pedagógico à Quinta da Estância, em Viamão. Já o terceiro melhor grupo será contemplado com um passeio ao Menina Garden, em Arroio do Meio.</p>
<p>Cada uma das três escolas vencedoras também receberá um notebook e um kit multimídia, composto por microfone sem fio, som profissional e projetor de imagens. As outras sete escolas finalistas serão premiadas com um projetor de imagens.</p>
<p>Além disso, todas as crianças participantes das peças teatrais ganharão uma mochila temática, camiseta e muda de árvore frutífera.</p>
<p>Mais informações e os critérios de avaliação estão detalhados no regulamento disponível nas Secretarias de Educação das prefeituras municipais participantes do concurso.</p>
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<p class="elementtoproof">Assessoria de Imprensa Dália</p>
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Candidatos devem concorrer às vagas utilizando a nota do Enem
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<p>Termina na próxima segunda-feira, 25, o prazo de inscrições no processo seletivo de Medicina da <a href="http://www.univates.br">Universidade do Vale do Taquari - Univates</a>. São ofertadas 59 vagas para ingresso no segundo semestre deste ano. As aulas iniciam no dia 27 de julho, em Lajeado.</p>
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<p>As inscrições devem ser realizadas até as 17h do dia 25, no <em>site</em> <a href="http://www.univates.br/medicina">univates.br/medicina</a>. Para concorrer a uma vaga, os candidatos devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). São aceitas as notas obtidas no exame nos anos de 2019 a 2025. No momento da inscrição, o candidato precisa informar o ano do Enem que será utilizado para a seleção. </p>
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<p>O resultado será divulgado até o dia 28 de maio, no <em>site</em> da Univates. Os candidatos selecionados na primeira chamada deverão realizar a matrícula até as 16h do dia 1º de junho, de forma <em>on-line</em> ou presencialmente. </p>
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<p><a href="https://www.univates.br/sistemas/protocolo/files/despachos/desp2355865/edital_036_2026.pdf">Clique aqui para ler o edital do processo seletivo</a>. </p>
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<p><strong>Vagas remanescentes</strong></p>
<p>Também termina na segunda-feira o prazo de inscrições no processo seletivo para preenchimento de vagas remanescentes, destinadas a candidatos com curso de graduação completo ou em andamento, para ingresso em períodos posteriores ao primeiro ano do curso de Medicina.</p>
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<p>Podem participar estudantes matriculados em cursos de Medicina ou em outros cursos da área da saúde ofertados por Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras, diplomados em cursos da área da saúde ou estudantes ou portadores de diplomas de cursos de pós-graduação na área da saúde.</p>
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<p>No momento, há uma vaga existente. O processo seletivo também formará cadastro reserva para possíveis chamadas de suplentes, caso surjam novas vagas remanescentes.</p>
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<p>Os interessados devem realizar a inscrição até as 10h do dia 25 de maio, no <em>site</em> <a href="http://www.univates.br/medicina">univates.br/medicina</a>. O resultado será divulgado no dia 29 de maio.</p>
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<p>A classificação dos candidatos será feita por meio da nota obtida no Enem. Serão validadas as inscrições de quem realizou a prova nos exercícios de 2017 a 2025. A partir da classificação, será realizada a análise do currículo para avaliação de aproveitamento acadêmico.</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa : </strong>Universidade do Vale do Taquari - Univates</p>
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Solenidade de inauguração será no próximo sábado, dia 23 de maio, a partir das 10 horas
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<p>A Câmara da Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari – CIC VT e a Prefeitura de Poço das Antas, com apoio do programa Reconstrói RS – 2ª Fase, realizam no próximo sábado, dia 23 de maio, às 10 horas, a inauguração da Ponte do Cafundó, localizada na Estrada Geral Linha Boa Vista, no município de Poço das Antas.<br />A obra foi executada pela CIC VT e representa a 5ª entrega do Reconstrói RS – 2ª Fase, reforçando o compromisso com a reconstrução e o fortalecimento da infraestrutura local após os eventos climáticos de maio de 2024, que ocasionaram o colapso parcial da estrutura anterior. A nova ponte possui 30,55 metros de comprimento e 4,10 metros de largura, sendo dimensionada na classe 24 toneladas, garantindo maior segurança e melhores condições de tráfego para veículos leves e pesados.<br />A reconstrução da Ponte do Cafundó é considerada estratégica para o Município, pois assegura melhores condições para o transporte escolar, amplia o acesso rápido a serviços de saúde e atendimentos de emergência, fortalece a mobilidade dos moradores e contribui diretamente para o escoamento da produção primária, especialmente no apoio à cadeia produtiva da proteína animal, uma das atividades econômicas relevantes da região.<br />O investimento total na obra foi de aproximadamente R$ 1,1 milhão.</p>
<p>Serviço<br />Inauguração: sábado, 23 de maio<br />Horário: 10 horas<br />Local: Estrada Geral Linha Boa Vista – Poço das Antas<br />Obra: Ponte do Cafundó</p>
<p>texto: Prefeitura de Poço das Antas </p>
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Obra infantojuvenil escrita por Léia Cassol foi apresentada oficialmente nesta segunda-feira, 18 de maio, em programação especial alusiva aos 45 anos de emancipação de Teutônia
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<p>Uma noite marcada pela emoção, pela valorização da cultura e pelo fortalecimento da identidade teutoniense. Assim foi o lançamento oficial do livro “Era uma vez em Teutônia”, realizado nesta segunda-feira, 18 de maio, no Auditório do Sicredi, em programação especial dos 45 anos de emancipação político-administrativa do município.</p>
<p>Voltada ao público infantojuvenil, a obra convida crianças e famílias a mergulharem em uma narrativa cheia de afeto, memórias e pertencimento. A história acompanha a personagem Mariana, uma menina que chega à cidade em busca de um novo começo e, ao lado do amigo Thomas e da acolhedora vó Tili, descobre os costumes, os sabores, os sentimentos e as transformações que ajudam a construir a essência de Teutônia.</p>
<p>Escrito por Léia Cassol e ilustrado por Vanessa Alexandre, o livro foi desenvolvido a partir de um amplo trabalho de pesquisa histórica e cultural conduzido pela Secretaria Municipal de Educação, com apoio das Secretarias de Cultura e Obras, além da colaboração dos professores Carlos Campos, Ariberto Magedanz e Selby Wallauer.</p>
<p>A abertura do evento contou com apresentação do Coral Municipal de Teutônia, proporcionando um momento especial e emocionante ao público presente.</p>
<p>Um dos principais destaques do projeto é a distribuição gratuita da obra para todos os estudantes do 1º ao 5º ano das redes municipal, estadual e privada de ensino do município, assim como para a APAE. Ao todo, cerca de 2.700 exemplares serão entregues às crianças nos próximos dias, fortalecendo o acesso à literatura e aproximando os estudantes da história e da identidade local.</p>
<p>Após o lançamento oficial, a escritora também conduziu uma oficina literária voltada aos professores, abordando competências socioemocionais, acolhimento e o papel da literatura na formação infantil.</p>
<p>A programação segue nesta terça-feira, 19 de maio, quando Léia Cassol apresentará a aventura da personagem Mariana aos alunos dos 2º e 3º anos, no palco principal da Festa de Maio.</p>
<p>O livro integra a coleção “Era uma vez…”, que reúne histórias inspiradas em diferentes municípios do Rio Grande do Sul, e estará disponível para venda no site oficial da Editora Cassol, com desconto especial durante todo o mês de maio.</p>
<p>Texto: Prefeitura de Teutônia </p>
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O programa Reconstrói RS avançou mais um passo importante neste sábado, dia 16 de maio, na reconstrução do Vale do Taquari com a inauguração de duas pontes nas localidades de Linha Campinhos
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<p>e Linha Parobé. As obras foram entregues em parceria pela Câmara da Indústria, Comércio e Serviços do Vale do Taquari (CIC-VT), Prefeitura Municipal de Roca Sales e Programa Reconstrói RS – 2ª fase.</p>
<p>Com investimento total próximo de R$ 1 milhão, as duas novas estruturas representam mais segurança e mobilidade no interior do município, garantindo melhores condições de deslocamento para famílias, transporte escolar e escoamento da produção agrícola, além de reforçar a retomada econômica e social após os impactos causados pelas enchentes que atingiram a região.</p>
<p>Durante o ato, o presidente da CIC-VT, Angelo Fontana, destacou que o programa entra em uma etapa decisiva e ressaltou que o verdadeiro valor das obras está no benefício direto gerado para a população da região.</p>
<p>“Estamos entrando na fase final das obras do Reconstrói. Estas duas pontes permitem o fluxo de mobilidade dos moradores, transporte escolar, saúde e da cadeia produtiva da proteína animal. Aqui nós estamos perto de um milhão de reais investindo, mas não é o valor da obra, é o quanto ela atende a comunidade”, afirmou.</p>
<p>Representando a Federasul, o diretor Gilberto Piccinini reforçou a importância de reconstruir com qualidade, garantindo estruturas mais resistentes e duradouras, e destacou o papel do associativismo nesse processo.</p>
<p>“Esperamos que não tenhamos mais essa catástrofe, mas temos a certeza que essas pontes inauguradas hoje são robustas. As comunidades ficam bem servidas, com obras resistentes. Mas o mais importante é a visão associativa, comunitária e cooperativa. Isso é fundamental: reconstruir melhor”, declarou.</p>
<p>O vice-prefeito de Roca Sales, Henrique Pivatto, morador da localidade de Linha Parobé, ressaltou que a inauguração simboliza união de esforços e representa um ganho direto para toda a região.</p>
<p>“Isso é a soma de esforços. Fomos bem afetados aqui na região e essa ponte liga comunidades e fortalece a região. Com certeza quem ganha é a comunidade. Essa ponte não liga só um município ao outro: ela traz alívio, melhora o fluxo, dá segurança e garante desenvolvimento futuro”, afirmou.</p>
<p>Já o prefeito de Roca Sales, Jones Wunsch, classificou as obras como históricas e ressaltou a relevância das parcerias para o crescimento do município.</p>
<p>“São obras históricas. As pontes representam a reconstrução de acesso, de ligação de afeto e confiança. Essas parcerias com a CIC-VT são muito importantes para o crescimento do município. A parceria público-privada é fundamental”, destacou.</p>
<p>A importância das obras também foi evidenciada por relatos de moradores que enfrentaram dificuldades e isolamento após a destruição das estruturas anteriores. O agricultor Ademir Melotti relatou que ficou meses sem acesso direto.</p>
<p>“Fiquei 10 meses sem a ponte. Cada chuva que dava a gente ficava apreensivo. Tinha que dar uma volta com o dobro da distância. Agora passa de tudo”, contou.</p>
<p>Outro agricultor, Genuíno Gheno, lembrou o período em que ficou completamente isolado.</p>
<p>“Fiquei 30 dias ilhado, não tinha passagem”, relatou.</p>
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<p>Fotos: Divulgação CIC VT</p>
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A noite de hoje (14) na Festa de Maio 2026 o saldo não poderia ser mais positivo.
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<p>Com entrada gratuita, o evento lotou o Centro Administrativo e entregou ao público uma abertura histórica, marcada por emoção, tradição e muito som de qualidade.</p>
<p>Primeiro bloco (18h30): tradição e emoção</p>
<p>Logo às 18h30, as danças alemãs deram o pontapé inicial da festa. A apresentação tradicional arrancou palmas e envolveu os presentes em uma verdadeira celebração cultural. Os trajes típicos e as coreografias precisas fizeram o público viajar pelas raízes germânicas.</p>
<p>Em seguida, foi a vez do Coral Municipal subir ao palco. Com um repertório cuidadosamente escolhido, o grupo emocionou a plateia do início ao fim, arrancando lágrimas e aplausos prolongados.</p>
<p>Para fechar o primeiro bloco, a Orquestra Henrique Ubel e a Bandinha Circulante assumiram o comando, transformando o Centro Administrativo em um grande salão de festa. Crianças, jovens, adultos e idosos dançaram juntos, contagiados pelo ritmo irreverente dos músicos.</p>
<p>Segundo bloco (21h30): o bicho pegou</p>
<p>E quando o relógio marcou 21h30, a festa subiu de nível. Black Dodge foi o primeiro a subir ao palco e incendiou de vez a noite. O show de rock pesado fez o Centro Administrativo tremer, guitarras estridentes e muito suor. Foi um dos momentos mais explosivos da noite.</p>
<p>Na sequência, Vera Loka assumiu o comando e comandou a multidão com muito axé, atitude e hits que todos cantaram junto. O público, já aquecido pelo rock, respondeu à altura e a energia continuou lá no alto.</p>
<p>Para fechar o primeiro dia com chave de ouro, DJ Gazzo assumiu as picapes e comandou a virada até altas horas. O público ficou até o fim, dançando sem parar ao som dos maiores sucessos eletrônicos e remixes que embalaram a madrugada.</p>
<p>Assessoria de Imprensa Prefeitura de Teutônia </p>
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Participaram de uma reunião voltada ao debate de pautas estratégicas para o desenvolvimento regional.
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<p>Entre os assuntos abordados, esteve um momento de boas-vindas de representantes da Cooperativa Sicredi e a apresentação da Cooperativa Certel, quanto a serviços e soluções voltadas à modernização da iluminação pública.</p>
<p>Representando a Certel, participaram do encontro o diretor superintendente Ilvo Edgar Poersch, o diretor operacional Simão Pedro Diehl e o representante comercial Jadir D’Lucca. Durante a conversa, foram discutidas possibilidades e viabilidades de implantação de sistemas mais econômicos, sustentáveis e tecnologicamente avançados, com foco na redução de custos para os municípios e na melhoria da eficiência dos serviços públicos.</p>
<p>Outro ponto importante da reunião foi a entrega de um ofício destinado à bancada gaúcha. O documento reúne uma solicitação conjunta dos prefeitos em busca de recursos para viabilizar a implantação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Ouro Branco, considerada uma demanda prioritária para fortalecer o atendimento em saúde na região.</p>
<p>Também esteve em pauta a realização de um curso conjunto para servidores municipais, em parceria com a DPM, envolvendo os oito municípios da AMSOL. A iniciativa busca promover qualificação e atualização técnica de profissionais das administrações municipais.</p>
<p>A reunião reforçou a união entre os municípios da AMSOL em torno de pautas comuns e da busca por investimentos que promovam desenvolvimento, sustentabilidade e melhorias na qualidade de vida da população.</p>
<p>Assessoria de Imprensa Prefeitura de Teutônia</p>
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Competitividade e sanidade animal combinadas com políticas públicas serão decisivas para ampliar a presença do leite brasileiro no mercado internacional,
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<p>defende o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Guilherme Portella. “Sanidade é condição para exportar, mas competitividade é o que define permanência no mercado”, disse no Seminário de Sanidade em Pecuária Leiteira - Caminhos para a Exportação, realizado nesta quinta-feira (14/05).<br /> <br /> Na Fenasul/Expoleite, em Esteio (RS), o dirigente ressaltou que o Brasil possui potencial produtivo para estar entre os grandes players, mas precisa enfrentar gargalos estruturais. “Exportar exige competitividade sistêmica. O futuro do leite brasileiro depende da integração entre produtores, indústria, entidades e governos”, destacou. Portella lembrou que o Rio Grande do Sul é estratégico sendo a terceira maior bacia leiteira do Brasil, com crescimento produtivo anual. Entre 2004 e 2024, a produção gaúcha foi de 2,36 bilhões para 4,03 bilhões de litros por ano, o equivalente a 11,28% da produção nacional e 2,81% do PIB gaúcho, movimentando aproximadamente R$ 19,86 bilhões.<br /> <br /> Representando o setor da indústria, Portella salientou que é preciso superar desafios como custo logístico, a complexidade tributária, a oscilação cambial, e a necessidade de avanços em escala, tecnologia e assistência técnica, com resposta urgente da União sobre o futuro do Programa Mais Leite Saudável. “Política pública eficiente não é custo, é investimento que se transforma em competitividade”, afirmou, ao chamar atenção ainda para a necessidade de medidas imediatas de proteção do mercado interno frente ao avanço das importações do Mercosul, especialmente de Argentina e Uruguai. Somente entre janeiro e abril de 2026, ingressaram aproximadamente 65 mil toneladas de leite em pó e 18,2 mil toneladas de queijo, volume equivalente a cerca de 709 milhões de litros de leite e a 60 dias da produção gaúcha.<br /> <br /> O Seminário de Sanidade em Pecuária Leiteira foi realizado no auditório da Casa da Sanidade Animal do Fundesa, no Parque de Exposições Assis Brasil, reunindo representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), setor produtivo, indústria e entidades do segmento lácteo.<br /> <br /> <strong>Crédito da Foto: Gisele Ortolan</strong></p>
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A publicação teve distribuição gratuita de 100 exemplares destinados a escolas estaduais e municipais, em Estrela, bem como de volumes para bibliotecas, imprensa e moradores da comunidade pesquisada
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<p>A produção científica desenvolvida no âmbito da Universidade do Vale do Taquari - Univates resultou no lançamento de uma obra que investiga a habitação e a permanência de moradores em áreas inundáveis do Vale do Taquari. O livro <em>“Uma outra Estrela: a habitação e a permanência de pessoas em áreas inundáveis”</em>, do pesquisador estrelense Jandiro Adriano Koch, deriva de sua dissertação de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Desenvolvimento (PPGAD) da instituição, posteriormente ampliada com novas investigações documentais e trabalho de campo. A publicação, editada pela Editora Libélula depois de contemplada pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, foi distribuída gratuitamente para escolas do município, bibliotecas e imprensa regional, bem como para moradores da comunidade pesquisada.</p>
<p>A obra tem como eixo condutor a história da comunidade conhecida como Pinguela, localizada no município de Estrela, território historicamente marcado pela vulnerabilidade socioambiental e por recorrentes episódios de inundação associados ao rio Taquari. A pesquisa foi iniciada antes das enchentes que atingiram o Vale do Taquari em 2023 e 2024, mas seu desenvolvimento foi diretamente impactado pelos eventos climáticos, que dispersaram moradores e atingiram acervos documentais importantes para a pesquisa, incluindo arquivos públicos e coleções históricas locais. Ainda assim, com a colaboração direta das famílias residentes, foi possível reconstituir parte substancial da trajetória de ocupação do território.</p>
<p>“Apesar de remeter diretamente ao município de Estrela, tendo como foco a Pinguela, uma intenção pujante para o trabalho foi a de se tornar uma inspiração, para outros pesquisadores, para que possam estender olhares semelhantes para outros espaços do Vale do Taquari”, explica Jandiro. “A região ainda se mostra carente em análises complexas quanto aos seus processos de formação, que, muitas vezes, foram desiguais entre grupos humanos diversos. Ao não desviar de temas tensos e constantemente silenciados, a obra foi se estruturando em um conjunto de informações com potencial de impactar positivamente em momentos em que escolhas precisam ser feitas. Nesse quesito, não é possível pensar somente em ações após eventos climáticos extremos, mas em continuidade e projeção futura”, detalha o autor. </p>
<p>Sob orientação da professora Neli Teresinha Galarce Machado, a investigação adotou abordagem multidimensional para compreender os processos de habitação em áreas de risco, incorporando variáveis históricas, socioeconômicas, ambientais, étnicas e de gênero. A análise indicou que a permanência da população em territórios vulneráveis não pode ser explicada exclusivamente pela condição de pobreza, sendo resultado de uma conformação multifatorial, na qual se articulam vínculos comunitários, proximidade com locais de trabalho, ausência de alternativas habitacionais e dinâmicas históricas de ocupação urbana, que não podem ser desatreladas dos estudos nas áreas de etnia e gênero.</p>
<p>“O livro, ampliado a partir da pesquisa original com novas investigações documentais e trabalho de campo, enfrenta com rigor a relação entre território, vulnerabilidade socioambiental e permanência, tendo como eixo a comunidade da Pinguela, em Estrela. Trata-se, sem rodeios, do primeiro trabalho a assumir de forma sistemática o compromisso simultâneo com a pesquisa histórica e com uma perspectiva consistente de história ambiental no contexto do Vale do Taquari, e, em especial, de Estrela, cuja narrativa foi por décadas atravessada por um viés da imigração europeia”, destaca a professora Neli Machado, orientadora da dissertação. </p>
<p>“Em um cenário marcado por eventos climáticos extremos, a obra se afirma como intervenção científica e política: restitui memórias em risco, produz conhecimento situado e questiona leituras simplificadoras sobre desastre e ocupação. Ao fazê-lo, oferece uma contribuição importante às ciências ambientais e reafirma o compromisso público da pesquisa, projetando o Programa de Pós-Graduação em Ambiente e Desenvolvimento como espaço de referência na articulação entre ciência, história e memória, território e transformação social. Importa destacar que a contribuição de Jandiro ultrapassa os limites da pesquisa acadêmica: como vencedor do Prêmio Açorianos de Literatura (2021) e finalista do Prêmio Ages (2024), sua escrita combina densidade analítica e alcance público, ampliando o impacto da obra para além da universidade”, complementa a docente. </p>
<p>O estudo também implicou a reinterpretação da história do município, tradicionalmente centrada em narrativas político-administrativas e na atuação de elites econômicas, já que a pesquisa buscou deslocar esse eixo interpretativo, incorporando experiências de grupos historicamente marginalizados e evidenciando a formação de aglomerados vulnerabilizados ao longo do processo de urbanização, entre eles Marmitt, Cantão, Chácara da Prefeitura, Moinhos e a própria Pinguela. </p>
<p>A abordagem, alinhada à perspectiva fenomenológica, assim, analisa a relação entre moradores e território, compreendendo como o espaço físico, percebido mormente como área de risco em abordagens técnicas, se transforma em lugar dotado de significado social e afetivo. Além da análise histórica e socioterritorial, o livro reúne mapas, fotografias, dados documentais e relatos de moradores coletados ao longo de dois anos de pesquisa. A publicação também examina tensões entre mercado imobiliário, poder público e populações vulnerabilizadas, bem como políticas de remoção e reassentamento que, em diferentes momentos, resultaram na criação de novos espaços sem infraestrutura adequada, contribuindo para ciclos contínuos de vulnerabilidade.</p>
<p>Estruturada em duas partes e com formato de dupla capa, a obra apresenta, de um lado, a síntese da dissertação de mestrado concluída em 2025, acrescida de novos apontamentos; de outro, reflexões do autor sobre a trajetória acadêmica e o processo investigativo.</p>
<p>Texto: Redação Univates </p>
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<p><strong>Assessoria de Imprensa </strong></p>